Este vestígio arqueológico da Idade do Cobre foi identificado quando se construiu uma vivenda, em 1980, no cimo de uma elevação conhecida como Monte da Tumba, no Torrão. As escavações deixaram a descoberto os restos do povoado ocupado durante o Neolítico final e o Calcolítico (2500 – 2000 a.C.), povoado raro para este período no Baixo Alentejo e ainda mais raro por oferecer boas sucessões estratográficas e estruturas bem conservadas. O Monte da Tumba localiza-se numa mancha calcária, o que permitiu a conservação de alguns elementos. Oferece informações imprescindíveis para o conhecimento, quer do meio económico-social, quer do meio natural, fauna, flora, carvões.

Tipo de sítio

Povoado fortificado

Horário

Acesso público permanente, visto apenas por fora da vedação.
Para efetuar uma visita guiada pode contactar o Museu Etnográfico do Torrão ou o Setor de Arqueologia, Património e Museus da Câmara Municipal de Alcácer do Sal com alguns dias de antecedência.

Ingresso

Gratuito.

Acessibilidade

Acesso condicionado a pessoas com mobilidade reduzida.

Locais de Exposição do espólio

Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrito de Setúbal

Contactos

Tel.: 265 610 040
Email: arqueologia@m-alcacerdosal.pt
Site: https://cm-alcacerdosal.pt/municipio/concelho/patrimonio/patrimonio-arqueologico/monte-da-tumba-torrao/

Localização

Município de Alcácer do Sal | Torrão, Alcácer do Sal
Georreferenciação: 38.283762069398634, -8.231546029895297

Bibliografia

Antunes, M. T. (1987) – O povoado fortificado do Calcolítico do Monte da Tumba. IV – Mamíferos (Nota preliminar). Setúbal Arqueológica, 8, p. 103-144.
Badal Garcia, E. (1987) – O povoado fortificado calcolítico do Monte da Tumba. III – Estudo antracológico. Setúbal Arqueológica, 8, p. 87-102.Soares, A.M.M.; Cabral, J.M.P. (1987) – O povoado fortificado Calcolítico do Monte da Tumba. IV – Cronologia absoluta. Setúbal Arqueológica, 8, p. 155-165.Tavares Da Silva, C.; Soares, J. (1987) – O povoado fortificado calcolítico do Monte da Tumba. I – Escavações arqueológicas de 1982-86 (Resultados preliminares). Setúbal Arqueológica, 8, p. 29-79.

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