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	<title>Arquivo de Sitio Industrial - Rede de Património Cultural da Região de Setúbal</title>
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		<title>Moagem de Sampaio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Castela]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 16:40:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sitio Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Património]]></category>
		<category><![CDATA[Rota]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O processo tinha início no piso térreo com o depósito dos cereais nos silos. No piso superior da moagem, onde se procedia à limpeza dos cereais em três máquinas: o combinado de limpeza (crivo, sopro e seleção do cereal), a bandeja despredadora (separar e retirar as pedras) e o trieur Marot (crivo rotativo que separa ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/moagem-de-sampaio/">Moagem de Sampaio</a> aparece primeiro em <a href="https://redepatrimoniofids.amrs.pt">Rede de Património Cultural da Região de Setúbal</a>.</p>
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<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p><br>O processo tinha início no piso térreo com o depósito dos cereais nos silos. No piso superior da moagem, onde se procedia à limpeza dos cereais em três máquinas: o combinado de limpeza (crivo, sopro e seleção do cereal), a bandeja despredadora (separar e retirar as pedras) e o <em>trieur Marot </em>(crivo rotativo que separa o cereal inteiro e faz a sua seleção por tamanho e forma).&nbsp;<br>No piso térreo do edifício, o visitante poderá conhecer as antigas salas de moagem, vendas e escritórios, bem como as áreas de armazenamento dos cereais transformados e por transformar. Entre os vários equipamentos, destaca-se o motor central a gás-pobre <em>Hornsby-Stockport</em>, construção inglesa de 1908. Este motor acionava todos os equipamentos moageiros ali instalados, e ainda um dínamo que gerava energia para iluminação.<br>Na envolvente exterior, encontra-se o tanque de refrigeração da água do motor a gás pobre e um poço.&nbsp;</p></blockquote></figure>



<a href='https://redepatrimoniofids.amrs.pt/moagem-de-sampaio/moagem-sampaio-1/'><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/moagem-sampaio-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="Moagem de Sampaio" srcset="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/moagem-sampaio-1-150x150.jpg 150w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/moagem-sampaio-1-600x600.jpg 600w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/moagem-sampaio-1-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
<a href='https://redepatrimoniofids.amrs.pt/moagem-de-sampaio/moagem-sampaio-2/'><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/moagem-sampaio-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="Moagem de Sampaio" srcset="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/moagem-sampaio-2-150x150.jpg 150w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/moagem-sampaio-2-600x600.jpg 600w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/moagem-sampaio-2-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
<a href='https://redepatrimoniofids.amrs.pt/moagem-de-sampaio/moagem-sampaio-3/'><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/moagem-sampaio-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="Moagem de Sampaio" srcset="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/moagem-sampaio-3-150x150.jpg 150w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/moagem-sampaio-3-600x600.jpg 600w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/moagem-sampaio-3-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>



<h3 class="wp-block-heading">Tipo de sítio</h3>



<p>Arquitetura industrial / fábrica / moagem&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Horário</h3>



<p>Terça a domingo: das 9 às 12.30 e das 14 às 17.30h.<br>Encerra de 2ª e feriados (24 e 25 dezembro, 1 de janeiro, 25 de abril, 1 e 4 de maio &#8211; feriado municipal).<br>Sábados e domingos: venda de produtos locais, entre as 9 e as 13h</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ingresso</h3>



<p>Gratuito.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Acessibilidade</h3>



<p>Restrições a pessoas com mobilidade condicionada.<br>O núcleo dispõe de uma área dedicada às iniciativas do Serviço Educativo.<br>Encontra-se disponível um audioguia sobre a moagem, acessível através do site: <a href="https://www.visitsesimbra.pt/general/audio-guides/573/audioguia-moagem-de-sampaio">https://www.visitsesimbra.pt/general/audio-guides/573/audioguia-moagem-de-sampaio</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Locais de exposição do espólio</h3>



<p>Os temas explorados no núcleo museológico estão relacionados com a contextualização da riqueza rural do concelho de Sesimbra na década de 1930 (na zona de acolhimento de público), com a história desta pequena moagem rural, cuja atividade moageira foi significativa para a economia do concelho, com a força motriz aplicada e o funcionamento dos respetivos circuitos internos, com a moagem e a limpeza do cereal, e com o ciclo do pão.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Contactos</h3>



<p><strong>Tel.: </strong>(+351) 211517905<br><strong>E-mail:</strong> museu@cm-sesimbra.pt<br><strong>Site:</strong> <a href="https://museusesimbra.pt">https://museusesimbra.pt</a> | <a href="https://www.sesimbra.pt/conhecer/patrimonio/patrimonio-edificado/moagem-de-sampaio">https://www.sesimbra.pt/conhecer/patrimonio/patrimonio-edificado/moagem-de-sampaio</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Localização</h3>



<p>Município de Sesimbra&nbsp; | Junta de Freguesia do Castelo | Rua da Terra da Eira, Sampaio, 2970-137 Sesimbra<br><strong>Georreferenciação</strong>: 38.46555, -9.09719</p>



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<div class="accordion-item"><div class="accordion-title"><span class="accordion-icon"></span><span class="title">Cronologia</span></div><div class="accordion-content">
<p><strong>Séc. XX – </strong>No início do século passado oedifício terá sido erigido para servir de cavalariça.</p>



<p><strong>Déc. 1910 –</strong> O edifício retangular, com dois pisos, terá sido adaptado para albergar uma pequena moagem de trigo e milho, propriedade da firma <em>Morujão &amp; Lourinha, Lda, com </em>alvará de funcionamento de 1918<em>.</em> Localizado na proximidade de antigos centros produtivos agrícolas locais, recebia cereais provenientes das eiras da região e abastecia várias padarias do concelho com farinha de trigo, milho e centeio.&nbsp;</p>



<p><strong>1917 – </strong>Terá sido instalado o motor central da moagem, da marca Hornsby-Stockport.&nbsp;</p>



<p><strong>1946 –</strong> Ao processamento destes cereais para produção de farinhas em rama, juntou-se a torrefação de café.</p>



<p><strong>Déc. 1970 – </strong>Instalação de dois motores elétricos em substituição do motor Hornsby-Stockport&nbsp;</p>



<p><strong>1990 –</strong> Ao longo deste período, a moagem rural entrou em declínio, tendo cessado atividade no início dos anos 90.&nbsp;</p>



<p><strong>1993 &#8211; 2011 –</strong> Processo de incorporação do equipamento moageiro e de farinação é preservado <em>in situ </em>e em conservação operacional<em>, </em>no Museu de Sesimbra .&nbsp;</p>



<p><strong>2008 –</strong> Após aquisição do imóvel pelo Município de Sesimbra, a autarquia deu início à intervenção de conservação <em>in situ.</em> Do projeto, fizeram parte a reabilitação, a conservação e a musealização da estrutura edificada e do seu equipamento técnico e industrial, visando a sua transformação num núcleo do Museu de Sesimbra.&nbsp;</p>



<p><strong>2013 – </strong>Inauguração do núcleo museológico da Moagem de Sampaio.</p>
</div></div>



<div class="accordion-item"><div class="accordion-title"><span class="accordion-icon"></span><span class="title">Recursos online</span></div><div class="accordion-content">
<p>PT: <a href="https://www.jf-castelo.pt/patrimonio/cultural/2150/moagem-de-sampaio">https://www.jf-castelo.pt/patrimonio/cultural/2150/moagem-de-sampaio</a></p>



<p>PT: <a href="https://www.sesimbra.pt/noticia-72/25-de-abril-inauguracao-da-moagem-de-sampaio">https://www.sesimbra.pt/noticia-72/25-de-abril-inauguracao-da-moagem-de-sampaio</a></p>



<p>PT: <a href="https://www.visitsesimbra.pt/general/audio-guides/573/audioguia-moagem-de-sampaio">https://www.visitsesimbra.pt/general/audio-guides/573/audioguia-moagem-de-sampaio</a></p>



<p>PT: <a href="https://arrabida.amrs.pt/amrs/uploads/writer_file/document/2834/moagem_de_sampaio_azl.pdf">https://arrabida.amrs.pt/amrs/uploads/writer_file/document/2834/moagem_de_sampaio_azl.pdf</a></p>



<p>PT: <a href="https://www.facebook.com/watch/?v=289737402418269">https://www.facebook.com/watch/?v=289737402418269</a></p>



<p>PT: <a href="https://pt.scribd.com/document/652466669/engenhos-moagem-sesimbra">https://pt.scribd.com/document/652466669/engenhos-moagem-sesimbra</a></p>



<p>EN: <a href="https://www.gracesguide.co.uk/Stockport_Gas_Engine_Works">https://www.gracesguide.co.uk/Stockport_Gas_Engine_Works</a></p>



<p>EN: <a href="https://www.colecoesfundacaoedp.edp.pt/nyron/library/catalog/winlibimg.aspx?skey=A99EEFF3D0324D38B60DE5EB78B197ED&amp;doc=186586&amp;img=178278">https://www.colecoesfundacaoedp.edp.pt/nyron/library/catalog/winlibimg.aspx?skey=A99EEFF3D0324D38B60DE5EB78B197ED&amp;doc=186586&amp;img=178278</a></p>



<p>EN: <a href="https://ec.europa.eu/enrd/enrd-static/policy-in-action/rdp_view/en/view_project_2163_en.html">https://ec.europa.eu/enrd/enrd-static/policy-in-action/rdp_view/en/view_project_2163_en.html</a></p>
</div></div>
</div>
</div>
<p>O conteúdo <a href="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/moagem-de-sampaio/">Moagem de Sampaio</a> aparece primeiro em <a href="https://redepatrimoniofids.amrs.pt">Rede de Património Cultural da Região de Setúbal</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Museu &#8220;A Estação&#8221;</title>
		<link>https://redepatrimoniofids.amrs.pt/museu-a-estacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Castela]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 16:39:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sitio Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Património]]></category>
		<category><![CDATA[Rota]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em junho de 2021, foi inaugurado o polo do Museu Municipal de Palmela – A Estação, em edifício subconcessionado ao município pela Infraestruturas de Portugal, SA / IP Património. Instalado na zona central do piso térreo da antiga Estação do Pinhal Novo, parte do cais de embarque e a fachada com os painéis azulejares, este espaço ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/museu-a-estacao/">Museu &#8220;A Estação&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://redepatrimoniofids.amrs.pt">Rede de Património Cultural da Região de Setúbal</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p><br>Em junho de 2021, foi inaugurado o polo do Museu Municipal de Palmela – A Estação, em edifício subconcessionado ao município pela Infraestruturas de Portugal, SA / IP Património. Instalado na zona central do piso térreo da antiga Estação do Pinhal Novo, parte do cais de embarque e a fachada com os painéis azulejares, este espaço visa evocar a identidade da comunidade ferroviária local e destacar a importância que a atividade ferroviária teve para o desenvolvimento do território municipal e para o surgimento da vila de Pinhal Novo, contribuído para o processo que conduziu à restauração do concelho de Palmela em 1926.<br>Este novo museu exibe um importante espólio composto por objetos, documentação e fotografias doadas ao Museu Municipal de Palmela ou depositadas por antigos ferroviários e suas famílias, salvaguardando e valorizando a história da estação, os testemunhos orais e a investigação historiográfica sobre as linhas férreas, apresentando ainda informação sobre a freguesia e as tradições &#8216;caramelas&#8217;, associadas à agricultura, evocando a colonização do território a partir do século XIX, na herdade de Rio Frio.<br></p></blockquote></figure>



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<a href='https://redepatrimoniofids.amrs.pt/museu-a-estacao-2/attachment/6286/'><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/12/6286-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="Museu &quot;A Estação&quot;." srcset="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/12/6286-150x150.jpg 150w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/12/6286-600x600.jpg 600w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/12/6286-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>



<h3 class="wp-block-heading">Tipo de sítio</h3>



<p>Arquitetura civil / estação ferroviária | transportes<br>Museu Municipal de Palmela / Museu <em>A Estação</em></p>



<p><strong>Categoria de Prote</strong><strong>ção: </strong>Torre de Sinalização e Manobra da Estação &#8211; Categoria: IM &#8211; Interesse Municipal, Deliberação da Assembleia Municipal de Palmela de 25 junho 2002</p>



<h3 class="wp-block-heading">Horário</h3>



<p>De 3ª feira a domingo, das 10h.00 às 12h.00 e das 14h.00 às 18h.00 (no inverno encerra às 17h.00).<br>Encerra à 2ª feira e feriados (1 de junho é feriado municipal e data de aniversário do polo museológico).</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ingresso</h3>



<p>Gratuito.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Acessibilidade</h3>



<p>Instalado no piso térreo do antigo edifício de passageiros e gare, não apresenta restrições a pessoas com mobilidade condicionada.<br>Visando a exploração do património azulejar da estação, é disponibilizado ao visitante audioguia com audiodescrição e interpretação Língua Gestual Portuguesa (mediante inscrição prévia). Alguns dos painéis informativos e algumas tabelas de objetos, que se encontram quer no interior do edifício quer na gare, dispõem de linguagem braille associada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Locais de exposição do espólio</h3>



<p>A exposição encontra-se instalada na zona central do piso térreo do edifício de passageiros e gare da antiga estação ferroviária, em Pinhal Novo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Contactos</h3>



<p>As informações e marcações para visita deverão ser feitas através de:<br><strong>Telefone:</strong><a href="https://www.cm-seixal.pt/ecomuseu-municipal/nucleo-da-mundet"> </a>(+351) 212 384 171<br><strong>E-mail:</strong> patrimonio.cultural@cm-palmela.pt</p>



<h3 class="wp-block-heading">Localização</h3>



<p>Município de Palmela<a> | </a>Junta de Freguesia de Pinhal Novo&nbsp; |&nbsp; Largo José Maria dos Santos – Pinhal Novo <br><strong>Georreferenciação</strong>: 38.63029, -8.91529</p>



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<div class="accordion-item"><div class="accordion-title"><span class="accordion-icon"></span><span class="title">Cronologia</span></div><div class="accordion-content">
<p><strong>1857 –</strong> Construída pela Companhia Nacional de Caminhos de Ferro do Sul do Tejo, a estação de Pinhal Novo situava-se no lanço da Linha do Alentejo entre Barreiro e Bombel. Volvido quatro anos, entrou ao serviço o ramal desta linha entre Pinhal Novo e Setúbal e acrescentou-se ao percurso, na linha do Alentejo, o troço Bombel-Vendas Novas.</p>



<p><strong>1868 – </strong>Inauguração do edifício de passageiros <em>da estação ferroviária de Pinhal Novo, </em>de um só piso e dois telheiros virados a sul e a norte, integrado naquele que era considerado o entroncamento ferroviário a sul do Tejo (integrada na Linha do Alentejo, funciona como interface com a Linha do Sul).</p>



<p><strong>1895 – </strong>Dado o crescente tráfego de passageiros e de mercadorias, o edifício foi ampliado, passando a garantir maiores áreas quer para habitação do chefe de Estação e de pessoal de serviço à estação, quer para as salas de espera de passageiros, restaurante e cantina.</p>



<p><strong>1908 –</strong> Com início na gare de Pinhal Novo, foi aberto à exploração o ramal do Montijo (Aldeia Galega).</p>



<p><strong>1932 –</strong> Com a abertura da via dupla em 1932, entre Pinhal Novo e o Lavradio, a importância deste entroncamento ferroviário cresce e a infraestrutura adapta-se e ganha nova feição.</p>



<p><strong>1933 – </strong>Face às necessidades decorrentes do desenvolvimento da atividade ferroviária no Pinhal Novo, de acordo com o projeto elaborado pelo engenheiro e arquiteto Perfeito de Magalhães (1880-1958), procede-se à modernização das instalações para trabalhadores e utilizadores deste meio de transporte, com a construção de um amplo edifício de passageiros com dois pisos, de um pavilhão para instalações sanitárias e de novas casas de função, procedendo-se ainda ao aumento do número de linhas.</p>



<p><strong>1935 –</strong> Concluído o edifício de passageiros da Estação de Pinhal Novo, incluindo cais para passageiros e mercadorias &#8211; dotado de quatro plataformas para seis linhas férreas -, além de outras construções subsidiárias ao funcionamento da estação.</p>



<p><strong>1938 </strong><strong>–</strong> Inauguração da torre de sinalização e controlo ferroviária, da autoria do arquiteto José Cottinelli Telmo, que desenvolveu o projeto em 1936, adequando-o à exiguidade do espaço disponível entre linhas; a torre ou cabine, com equipamento de sinalização eletromecânica Siemens, funcionou até 2004.</p>



<p>Ainda em 1938, o edifício de passageiros recebe 25 painéis de azulejos de composição figurativa de cunho historicista e folclorizante, representando diversas paisagens da zona da Arrábida e Rio Frio; produzidos na antiga Fábrica Constância &#8211; Faiança Battistini de Maria de Portugal / Fábrica de Cerâmica de Lisboa.</p>



<p><strong>1946 –</strong> A estação recebeu o 2.º Prémio no Concurso das Estações Floridas atribuído pelo Secretariado Nacional de Informação (S.N.I.). Nas décadas seguintes, a estação foi agraciada com primeiros prémios análogos, cujas placas podem ser observadas no atual edifício.</p>



<p><br><strong>2001 –</strong> No âmbito da eletrificação da via férrea foi construída uma nova estação, tendo sido preservado o edifício de passageiros da antiga gare, embora sacrificando a área ajardinada.</p>
</div></div>



<div class="accordion-item"><div class="accordion-title"><span class="accordion-icon"></span><span class="title">Bibliografia</span></div><div class="accordion-content">
<p>BARRENTO, Nuno Silvério (2018) &#8211; <em>A Sinalização Ferroviária de Portugal</em> – Vol. I – <em>Sistemas Elétricos e Eletromecânicos</em>, s/l: APAC &#8211; Associação Portuguesa dos Amigos dos Caminhos de Ferro.</p>



<p>CALADO, Rafael, ALMEIDA e Pedro Vieira de (2000) <em>–</em> <em>Aspectos azulejares na Arquitectura Ferroviária Portuguesa.</em> Edição CP Caminhos de Ferro Portugueses, Lisboa.</p>



<p>CAVALEIRO, Luís (1939) <em>–</em> “A nova estação de Pinhal Novo”. <em>Boletim CP – Órgão de instrução profissional do pessoal da companhia</em>, n.º 122, agosto1939, pp. 161-167.</p>



<p>MORGADO Jr., António Carlos et all (1994) <em>–</em> “Almada Velha: uma experiência de recuperação”. <em>Actas I Encontro Ibérico de Municípios com Centro Histórico</em>. Santarém, 6-8 de Novembro de 1992, Santarém.</p>



<p>ROSENDO, M. Teresa (Coord.) (2003) &#8211; <em>Memórias de Ferroviários em Pinhal Novo – Para a História da Vila e da Comunidade Ferroviária</em>, Palmela: Câmara Municipal/ Divisão de Património Cultural.</p>



<p>SERRÃO, Vítor e MECO; José (2007) <em>–</em> <em>Palmela Histórico-Artística. Um inventário do Património concelhio.</em> Palmela/Lisboa: C.M.Palmela/Ed. Colibri.</p>



<p>Palmela. Museu Municipal <em>– Museu A</em> <em>A Estação </em>[Pinhal Novo], folheto</p>
</div></div>



<div class="accordion-item"><div class="accordion-title"><span class="accordion-icon"></span><span class="title">&lt;strong>Recursos online&lt;/strong></span></div><div class="accordion-content">
<p>PT: <a href="https://www.cm-palmela.pt/viver/museu-e-patrimonio/patrimonio-cultural/patrimonio-historico-escultorico-e-edificado/pinhal-novo/estacao-dos-caminhos-de-ferro">https://www.cm-palmela.pt/viver/museu-e-patrimonio/patrimonio-cultural/patrimonio-historico-escultorico-e-edificado/pinhal-novo/estacao-dos-caminhos-de-ferro</a></p>



<p>PT: <a href="http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=4635">http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=4635</a></p>



<p>PT: <a href="https://www.cm-palmela.pt/viver/museu-e-patrimonio/museu-municipal/museu-a-estacao-pinhal-novo">https://www.cm-palmela.pt/viver/museu-e-patrimonio/museu-municipal/museu-a-estacao-pinhal-novo</a></p>



<p>EN: Pinhal Novo Railway Station <em>– </em><a href="https://www.cm-palmela.pt/cmpalmela/uploads/writer_file/document/16280/estacao.pdf">https://www.cm-palmela.pt/cmpalmela/uploads/writer_file/document/16280/estacao.pdf</a></p>
</div></div>
</div>
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		<title>Fábrica da Cortiça da Mundet</title>
		<link>https://redepatrimoniofids.amrs.pt/fabrica-da-cortica-da-mundet/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Castela]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 16:34:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sitio Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Património]]></category>
		<category><![CDATA[Rota]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Núcleo da Mundet do Ecomuseu Municipal é constituído pelos seguintes edifícios:&#8211; Edifício da Casa de Infância / Escritórios da empresa – imóvel térreo que, desde 2006, acolhe os serviços centrais do Ecomuseu Municipal (entre outros, o centro de documentação e informação do Ecomuseu)&#8211; Edifício das Caldeiras Babcock &#38; Wilcox &#8211; imóvel térreo da antiga ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p><br>O Núcleo da Mundet do Ecomuseu Municipal é constituído pelos seguintes edifícios:<br>&#8211; <strong>Edifício da Casa de Infância / Escritórios da empresa</strong> – imóvel térreo que, desde 2006, acolhe os serviços centrais do Ecomuseu Municipal (entre outros, o centro de documentação e informação do Ecomuseu)<br>&#8211; <strong>Edifício das Caldeiras Babcock &amp; Wilcox</strong> &#8211; imóvel térreo da antiga central térmica da fábrica, equipada com duas geradoras de vapor da referida marca de construtor);<br>&#8211; <strong>Edifício das Caldeiras de Cozer</strong> &#8211; imóvel térreo, acolhe um conjunto de três tanques e depósito de água onde se procedia ao recozimento da matéria-prima. Esta era uma operação fundamental à&nbsp; transformação industrial da cortiça);<br>&#8211; <strong>Oficina de Rolhas de Champanhe Aglomerado</strong> &#8211; construído de raiz na década de 1930, este imóvel térreo integrava a central termo-elétrica da fábrica. A partir dos anos 50, com a instalação da rede de distribuição de energia elétrica, o espaço é aproveitado para a produção do corpo de cortiça aglomerada&nbsp; (produzido em 3 máquinas extrusoras) da rolha de champanhe. No âmbito da atividade do Ecomuseu Municipal, encontram-se em curso as intervenções necessárias à adaptação do edifício a multiusos (exposições temporárias, etc.).<br>&#8211; <strong>Oficina de Rebaixar &#8211;</strong> construído em meados dos anos 40, este edifício de dois pisos concentrava diversas operações para moldagem da cortiça (através da utilização da lixa ou da pedra de esmeril) em diversos formatos, por exemplo, esferas, bóias, punhos para canas de pesca, etc. O imóvel mantém praticamente toda a maquinaria da oficina (cerca de 90 máquinas corticeiras), aguardando-se a realização das intervenções necessárias à sua adaptação a área expositiva.<br>A destilaria foi adquirida mais tarde pela autarquia, semelhante ao equipamento de produção de aguardente anteriormente existente na quinta, sendo composto por caldeira, fornalha, vasos, prato e refrigerador.<br>Na adega, o vinho era armazenado em tonéis de grande capacidade e a aguardente num depósito de alvenaria.<br>No exterior, para além da horta, do pomar e de um espaço ajardinado, destacam-se um moinho de galgas construído pela Metalúrgica Duarte Ferreira, Tramagal, e o moinho de vento americano para captação e elevação da água do poço, para abastecimento de água ao sistema de rega.</p></blockquote></figure>



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<a href='https://redepatrimoniofids.amrs.pt/fabrica-da-cortica-da-mundet/25_cc034_4644-2/'><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/25_CC034_4644-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="Fábrica Mundet &amp; Cª Lda. (Seixal)" srcset="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/25_CC034_4644-150x150.jpeg 150w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/25_CC034_4644-600x600.jpeg 600w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/25_CC034_4644-300x300.jpeg 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
<a href='https://redepatrimoniofids.amrs.pt/fabrica-da-cortica-da-mundet/mundet-edificio-caldeiras-babcock-wilcox-fotografar-edificio-interio-22-maio-2025/'><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/25_CC011_1497-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/25_CC011_1497-150x150.jpeg 150w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/25_CC011_1497-600x600.jpeg 600w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/25_CC011_1497-300x300.jpeg 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
<a href='https://redepatrimoniofids.amrs.pt/fabrica-da-cortica-da-mundet/divisao-do-patrimonio-historico-e-natural-ecomuseu-municipal-servico-de-conservacao-e-invetario-geralnucleo-da-quinta-da-trindade-av-mud-juvenil-estrada-da-azinheira-2840-471-seixal-tel-210976/'><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/Dg035402-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="Fábrica Mundet &amp; Cª Lda. (Seixal)" srcset="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/Dg035402-150x150.jpg 150w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/Dg035402-600x600.jpg 600w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/Dg035402-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>



<h3 class="wp-block-heading">Tipo de sítio</h3>



<p>Arquitetura industrial / fábrica</p>



<h3 class="wp-block-heading">Horário</h3>



<p>Acesso condicionado a visitas mediante marcação prévia ou por inscrição nas iniciativas programadas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ingresso</h3>



<p>Gratuito.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Acessibilidade</h3>



<p>Restrições a pessoas com mobilidade condicionada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Locais de exposição do espólio</h3>



<p>Todos os edifícios que constituem o Núcleo da Mundet do Ecomuseu Municipal integram <em>in situ </em>o respetivo equipamento industrial (em estado inoperante).<br>No Edifício das Caldeiras de Cozer, encontra-se instalada, desde 2025, a exposição de longa duração <em>A cortiça: matéria-prima para as fábricas da Mundet</em>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Contactos</h3>



<p>As marcações para realização de visitas deverão ser feitas através do serviço educativo do Ecomuseu Municipal do Seixa<br><strong>E-mail:</strong> ecomuseu.se@cm-seixal.pt<br><strong>Site:</strong> <a href="https://www.cm-seixal.pt/ecomuseu-municipal/nucleo-da-mundet">https://www.cm-seixal.pt/ecomuseu-municipal/nucleo-da-mundet</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Localização</h3>



<p>Município do Seixal<a> |</a> Junta de Freguesia do Seixal | Praça 1º de Maio, 1 <br><strong>Georreferenciação</strong>: 38.6404, -9.1045</p>



<div class="wp-block-group is-nowrap is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-ad2f72ca wp-block-group-is-layout-flex">
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<div class="accordion-item"><div class="accordion-title"><span class="accordion-icon"></span><span class="title">Cronologia</span></div><div class="accordion-content">
<p><strong>1905</strong><strong> –</strong> A firma de origem catalã, com fábricas em Espanha e nos Estados Unidos da América, a <em>L. Mundet &amp; Sons</em> (antecessora da Mundet &amp; C.ª, Lda., em atividade entre 1922 e 1988) instalou, em Portugal, uma fábrica de cortiça natural, junto à vila do Seixal. A empresa concentrava todas as atividades que iam da obtenção da matéria-prima até à comercialização do produto acabado.</p>



<p><strong>1917 –</strong> Durante a I Guerra Mundial, instala uma segunda unidade industrial no concelho do Seixal, freguesia de Amora. Volvidos cinco anos, estabelece uma fábrica de aglomerados de cortiça no concelho do Montijo.</p>



<p><strong>Déc. 30 –</strong> Promove uma política de assistência social que irá abarcar a instalação de refeitórios, <em>sopa dos pobres</em> (na fábrica do Seixal), lactários, creches e casas de infância (nas unidades industriais que empregavam um elevado número de mão-de-obra feminina), caixa de previdência e posto médico (abrangendo os trabalhadores de todas as fábricas) e grupo desportivo, com atividades abertas a toda a população do concelho. Nesta década, a Mundet atingiu cerca de 3.000 operários nos concelhos de Seixal e do Montijo, o que constituía cerca de 1/3 da mão-de-obra corticeira do distrito de Setúbal.</p>



<p><strong>1950 – </strong>A empresa entra em crise devido ao surgimento de sucedâneos da cortiça, sobretudo do plástico. Esta crise, vai agravar-se na década seguinte, levando ao encerramento de várias fábricas da Mundet e à progressiva diminuição do seu operariado, mantendo-se em atividade as unidades fabris de Seixal e Montijo.</p>



<p><strong>1974 – </strong>A 31 de Maio, após a suspensão dos gerentes, os trabalhadores, organizados em comissões, passam a participar ativamente na gestão da empresa. No ano seguinte, deu-se início de intervenção estatal na empresa, em articulação com as comissões de trabalhadores. Por resolução do Conselho de Ministros, em 1977, a empresa é restituída aos seus sócios titulares.</p>



<p><strong>1988</strong> <strong>– </strong>As fábricas defabris de Seixal e Montijo cessam a laboração, enquanto decorria o processo de falência da empresa.</p>



<p><strong>1997 –</strong> Aquisição da propriedade (cerca de 13ha) pela edilidade do Seixal, incluindo os edifícios e oficinas, as máquinas corticeiras, as ferramentas e outros equipamentos associados à sua produção industrial, bem como o remanescente do seu arquivo empresarial.</p>



<p><strong>1998 &#8211; 2000 –</strong> Com o processo de inventário e de incorporação no museu ainda a decorrer, foi constituído o Núcleo da Mundet do Ecomuseu Municipal do Seixal.</p>
</div></div>



<div class="accordion-item"><div class="accordion-title"><span class="accordion-icon"></span><span class="title">Bibliografia</span></div><div class="accordion-content">
<p>AFONSO, Fátima – A fábrica de cortiça da Mundet e o desenvolvimento económico e social do concelho do Seixal. CGTP Cultura. ISSN 1647-7359. 3ª Série, N.º 3 (2025), p.18-22. Disponível em: <a href="https://cad.cgtp.pt/wp-content/uploads/2025/04/cgtpcultura_serieiii_n3.pdf">https://cad.cgtp.pt/wp-content/uploads/2025/04/cgtpcultura_serieiii_n3.pdf</a>.</p>



<p>AFONSO, Fátima &#8211; <em>A indústria corticeira no concelho do Seixal : história de uma das mais fortes comunidades corticeiras do país</em>. In <strong>Fundição</strong>. N.º 7 (2018), p. 16 &#8211; 19.</p>



<p>AFONSO, Fátima &#8211; Iniciativas empresariais no domínio da assistência social e da previdência em Portugal: o caso da política social da Mundet &amp; C.ª, Lda. (1930-1953). <strong>Cadernos do arquivo municipal</strong>. ISSN 2183-3176. 2ª Série N.º 23 (2025), p. 1-23. Disponível em: <a href="https://doi.org/10.48751/CAM-2025-23419">https://doi.org/10.48751/CAM-2025-23419</a><a></a>.</p>



<p>AFONSO, Fátima &#8211; <em>Núcleo da Mundet : perspetivar um património industrial corticeiro com vista ao futuro</em> . 1ª ed . Seixal : Câmara Municipal do Seixal, Ecomuseu Municipal, 2022. 73 p. ; 27 cm . ISBN 978-972-8740-79-5. Disponível em: <a href="https://issuu.com/municipiodoseixal/docs/mundet_final_issuu">https://issuu.com/municipiodoseixal/docs/mundet_final_issuu</a> .</p>



<p>AFONSO, Fátima ; FERREIRA, Fernanda &#8211; <em>&#8220;Hoje ninguém trabalha!&#8221; : resistência operária no concelho do Seixal em 1943</em>. <strong>Musa : museus, arqueologia &amp; outros patrimónios</strong>. ISSN 1646-0553. Vol.5 (2018), p.271-282. Disponível em:</p>



<figure class="wp-block-embed"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://maeds.amrs.pt/maeds/uploads/document/file/3349/20_fatima_afonso_ff.pdf.
</div></figure>



<p>AFONSO, Fátima ; FERREIRA, Fernanda &#8211; Os <em>trabalhadores da Mundet : contributos para a história da comunidade corticeira do Seixal</em>. In CONGRESSO DE HISTÓRIA DO MOVIMENTO OPERÁRIO E DOS MOVIMENTOS SOCIAIS EM PORTUGAL, 1, Lisboa, 2013 &#8211; <strong>Atas do I congresso de história do movimento operário e dos movimentos sociais em Portugal</strong>. Lisboa : Universidade Nova de Lisboa. Instituto de História Contemporânea, 2016. 2 vol. (399, 367 p.). ISBN 978-972-96844-6-3. Vol. 1, p. 192 &#8211; 215. Disponível em: <a href="https://run.unl.pt/bitstream/10362/17159/1/AtasICongressoHistoriaMovimentoOperarioMovimentosSociaisPortugal_vol1.pdf.">https://run.unl.pt/bitstream/10362/17159/1/AtasICongressoHistoriaMovimentoOperarioMovimentosSociaisPortugal_vol1.pdf.</a></p>



<p>AFONSO, Fátima ; FERREIRA, Fernanda &#8211; <em>Os trabalhadores da Mundet em Mora, Ponte de Sor e Vendas Novas : contributos para a história socioeconómica do montado</em>. In <strong>História e Economia : revista interdisciplinar</strong>. ISSN 1808-5318. vol. 21, (ago.2018) p. 31- 52. Disponível em: <a href="https://www.historiaeeconomia.pt/index.php/he/article/view/169">https://www.historiaeeconomia.pt/index.php/he/article/view/169</a>.</p>



<p>CONFERÊNCIA INTERNACIONAL &#8221; CORTIÇA, PATRIMÓNIO INDUSTRIAL E MUSEOLOGIA&#8221;, Seixal, 2000 &#8211; <strong>Cortiça, património industrial e museologia</strong> [Documento eletrónico]. Multimédia. Seixal : Câmara Municipal do Seixal, Ecomuseu Municipal, 2003. 1 disco (CD-ROM). ISBN 972-8740-10-7.</p>



<p>ENCONTRO INTERNACIONAL &#8221; PATRIMÓNIO CULTURAL, A CORTIÇA E OS MUSEUS &#8220;, Seixal, 2010 &#8211; <strong>Património cultural, a cortiça e os museus</strong> [Documento eletrónico] = Cultural heritage, cork and museums. Dados. Seixal : Câmara Municipal do Seixal, Ecomuseu Municipal, 2010. 1 disco (CD-ROM).</p>



<p>FILIPE, Graça &#8211; <em>A Mundet do Seixal : património industrial corticeiro como recurso de desenvolvimento local</em>. <strong>Ben Baso</strong>. ISSN 1575-3557. N.º 11 (Out 2003), p.34-36.</p>



<p>FILIPE, Graça &#8211; <em>Testemunho da indústria corticeira</em>. <strong>História</strong>. ISSN 0870-4538. A. 24, s. 3, n.º 49 (Out. 2002), p. 54-59.</p>



<p>FILIPE, Graça ; FERREIRA, Fernanda &#8211; <em>O Ecomuseu Municipal do Seixal, a investigação e a preservação de património documental e arquivístico industrial</em>. In <strong>Arqueologia Industrial</strong>. ISSN 0870-8355. S. 4, vol. 2, nº 1-2 (2006), p. 29-41 .</p>



<p>SABINO, Fátima &#8211; <em>Indústria e industrialização em Portugal nos séculos XIX e XX : contributo para um conhecimento geral e aplicado ao concelho do Seixal</em>. In ÁREAS INDUSTRIAIS E COMUNIDADES OPERÁRIAS, Portimão, Lisboa, Almada, Porto, 2011 &#8211; <strong>De pé sobre a Terra : estudos sobre a indústria, o trabalho e o movimento operário em Portugal</strong>. 1ª ed. [Lisboa] : [s.n.], 2013. 1338 p. ISBN 978-989-98170-1-2. p. 711 &#8211; 743. Disponível em: <a href="https://www.upp.pt/drupal/sites/default/files/2014-01-23DePeSobreaTerra.pdf">https://www.upp.pt/drupal/sites/default/files/2014-01-23DePeSobreaTerra.pdf</a>.</p>



<p>SEIXAL. Câmara Municipal. Ecomuseu Municipal &#8211; <strong>Quem diz cortiça, diz Mundet</strong>. Seixal : Câmara Municipal do Seixal, Ecomuseu Municipal, 2010. 254 p. ISBN 978-972-8740-48-1.</p>
</div></div>



<div class="accordion-item"><div class="accordion-title"><span class="accordion-icon"></span><span class="title">&lt;strong>Recursos online&lt;/strong></span></div><div class="accordion-content">
<p>Vários artigos sobre este sítio industrial podem ser acedidos em diversos números do boletim trimestral <strong>Ecomuseu Informação</strong>,disponíveis em: <a href="https://issuu.com/municipiodoseixal/stacks/e65a6b031cd946cb8e29f32ad897fa53">https://issuu.com/municipiodoseixal/stacks/e65a6b031cd946cb8e29f32ad897fa53</a></p>
</div></div>
</div>
</div>
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			</item>
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		<title>Museu Agrícola da Atalaia</title>
		<link>https://redepatrimoniofids.amrs.pt/museu-agricola-da-atalaia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Castela]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 15:30:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sitio Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Património]]></category>
		<category><![CDATA[Rota]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://redepatrimoniofids.amrs.pt/?p=1694</guid>

					<description><![CDATA[<p>O museu conserva e apresenta transportes de tração animal (bem como um trator representativo da evolução tecnológica que se produziu no trabalho dos campos em meados do séc. XX). No 1º andar encontram-se patentes ao público alfaias agrícolas e instrumentos utilizados nos trabalhos agrícolas.&#160;O núcleo museológico integra ainda os equipamentos característicos de uma típica casa ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p><br>O museu conserva e apresenta transportes de tração animal (bem como um trator representativo da evolução tecnológica que se produziu no trabalho dos campos em meados do séc. XX). No 1º andar encontram-se patentes ao público alfaias agrícolas e instrumentos utilizados nos trabalhos agrícolas.&nbsp;<br>O núcleo museológico integra ainda os equipamentos característicos de uma típica casa agrícola, designadamente os lagares de azeite e de vinho, a destilaria de aguardente vínica e a adega.<br>Através deste equipamento é possível acompanhar os processos tradicionais de produção e conservação do vinho, do azeite e da aguardente (através da utilização da tecnologia mais avançada do seu tempo), bem como o seu armazenamento. Na quinta eram ainda produzidos produtos fruto hortícolas, representados pela atual horta e pomar de citrinos. Todos os produtos ali produzidos destinavam-se, sobretudo, aos mercados da capital.<br>No lagar de vinho conservam-se as lagariças (depósitos de uva), prensa para esmagamento de engaço, esmagador de uvas, prensa hidráulica, quatro depósitos de fermentação em cimento e bomba de trasfega.<br>Para além do equipamento que constituía o lagar de azeite mecânico da 1ª metade do séc. XX (limpeza, moenda, prensagem e decantação), podemos observar, a partir do antigo motor a gasóleo, o sistema de transmissão de energia e de movimento, através de veios e de correias, aos diversos equipamentos que ali se encontram. O motor central foi, mais tarde, substituído por motor elétrico.<br>A destilaria foi adquirida mais tarde pela autarquia, semelhante ao equipamento de produção de aguardente anteriormente existente na quinta, sendo composto por caldeira, fornalha, vasos, prato e refrigerador.<br>Na adega, o vinho era armazenado em tonéis de grande capacidade e a aguardente num depósito de alvenaria.<br>No exterior, para além da horta, do pomar e de um espaço ajardinado, destacam-se um moinho de galgas construído pela Metalúrgica Duarte Ferreira, Tramagal, e o moinho de vento americano para captação e elevação da água do poço, para abastecimento de água ao sistema de rega.</p></blockquote></figure>



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<h3 class="wp-block-heading">Tipo de sítio</h3>



<p>Arquitetura industrial / lagares de vinho e de azeite / destilação de aguardente / moinho de vento americano</p>



<p><strong>Categoria de Proteção:</strong> Incorporado na ZEP Igreja da Atalaia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Horário</h3>



<p>Horário: de 3.ª a sexta-feira: 09h00-12h30 / 14h00 – 17h30; Sábado – 14h00-18h00.<br>Encerra à 2ª feira, domingo e feriados (29 de junho é feriado municipal).</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ingresso</h3>



<p>Gratuito.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Acessibilidade</h3>



<p>Acessível a pessoas com mobilidade condicionada.<br>A zona da destilaria o acesso, é possível, a partir do exterior.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Locais de exposição do espólio</h3>



<p>O Museu Agrícola da Atalaia, instalado numa parcela de uma antiga quinta de exploração agrícola) é um testemunho do passado agrícola e da prática de técnicas e saberes tradicionais aplicados sobretudo ao azeite e vinho, que contribui para promover, conservar e divulgar os bens culturais relacionados com a vida rural que marcam a história social e económica do concelho do Montijo.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Contactos</h3>



<p><strong>Tel.: </strong>(+351) 212 314 667<br><strong>E-mail:</strong> museu.se@mun-montijo.pt<br><strong>Site:</strong> <a href="https://www.mun-montijo.pt/poi-34/8-museu-agricola-da-atalaia">https://www.mun-montijo.pt/poi-34/8-museu-agricola-da-atalaia</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Localização</h3>



<p>Município do Montijo | União das Freguesias de Atalaia e Alto Estanqueiro-Jardia | Largo da Feira – 2870-706 Atalaia<br><strong>Georreferenciação</strong>: 38.70828, -8.9232</p>



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<div class="wp-block-loftocean-shortcode-accordions lo-accordions accordions" data-open-default="1">
<div class="accordion-item"><div class="accordion-title"><span class="accordion-icon"></span><span class="title">Cronologia</span></div><div class="accordion-content">
<p><strong>Séc. XVIII – </strong>Primeiros vestígios de edificado de uma quinta de exploração agrícola.</p>



<p><strong>1874 – </strong>Data do primeiro documento conhecido que descreve a Quinta da Atalaia.&nbsp;</p>



<p><strong>Séc. XX –</strong> Ampliação de uma antiga casa de habitação, hoje edifício principal do museu.</p>



<p><strong>1990</strong> <strong>–</strong> Os antigos campos de cultivo da quinta, olival, vinha, pomar e hortas, foram objeto de loteamento urbano.</p>



<p><strong>1997 –</strong> Parte da área residencial da Quinta Nova da Atalaia foi doada à Câmara Municipal do Montijo pelos seus últimos proprietários, a família Santos Fernandes.</p>



<p>Neste mesmo ano foi inaugurado o Museu Agrícola da Atalaia (atualmente inserido no perímetro urbano da localidade).</p>



<p><strong>2009 – </strong>Requalificação do museu no âmbito do conceito de museu de sítio com exposição temática agrícola do concelho.</p>
</div></div>



<div class="accordion-item"><div class="accordion-title"><span class="accordion-icon"></span><span class="title">Bibliografia</span></div><div class="accordion-content">
<p>&#8211; Brochura do <em>Museu Agrícola da Atalaia</em>, Montijo: Câmara Municipal, 2017.</p>



<p>&#8211; BARROS, H. (2011). <em>Monografia de Atalaia</em> (1.ª ed., pp. 92–97). Câmara Municipal do Montijo.</p>



<p>&#8211; COSTA, Pe. Manuel Frederico Ribeiro da (1887) <em>&#8211; Narrativa histórica da imagem de Nossa Senhora da Atalaya</em>…Ed.fac-similada, Câmara Municipal de Montijo, 2007.</p>
</div></div>



<div class="accordion-item"><div class="accordion-title"><span class="accordion-icon"></span><span class="title">&lt;strong>Recursos online&lt;/strong></span></div><div class="accordion-content">
<p>PT: <a href="https://www.facebook.com/watch/?v=2342273136073057">https://www.facebook.com/watch/?v=2342273136073057</a></p>



<p>PT: <a href="https://issuu.com/cmmontijo/docs/folheto_geral_museu_agricola_da_ata/2?ff&amp;e=1090833/47117383">https://issuu.com/cmmontijo/docs/folheto_geral_museu_agricola_da_ata/2?ff&amp;e=1090833/47117383</a></p>



<p>PT: <a href="https://www.e-cultura.pt/patrimonio_item/14065">https://www.e-cultura.pt/patrimonio_item/14065</a></p>
</div></div>
</div>
</div>
<p>O conteúdo <a href="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/museu-agricola-da-atalaia/">Museu Agrícola da Atalaia</a> aparece primeiro em <a href="https://redepatrimoniofids.amrs.pt">Rede de Património Cultural da Região de Setúbal</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title> Museu da Farinha – São Domingos</title>
		<link>https://redepatrimoniofids.amrs.pt/museu-da-farinha-sao-domingos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Castela]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 15:30:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sitio Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Património]]></category>
		<category><![CDATA[Rota]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A musealização da antiga fábrica obedeceu a uma narrativa sobre o ciclo do pão, onde pontificam os equipamentos da indústria moageira, património imóvel, integrado e móvel.&#160;O museu mantém a estrutura arquitetónica da antiga moagem do primeiro quartel do século XX, em que todos os espaços são visitáveis para uma melhor compreensão, quer a arquitetura industrial, ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/museu-da-farinha-sao-domingos/"> Museu da Farinha – São Domingos</a> aparece primeiro em <a href="https://redepatrimoniofids.amrs.pt">Rede de Património Cultural da Região de Setúbal</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>A musealização da antiga fábrica obedeceu a uma narrativa sobre o ciclo do pão, onde pontificam os equipamentos da indústria moageira, património imóvel, integrado e móvel.&nbsp;<br>O museu mantém a estrutura arquitetónica da antiga moagem do primeiro quartel do século XX, em que todos os espaços são visitáveis para uma melhor compreensão, quer a arquitetura industrial, quer o funcionamento do sistema moageiro mecânico. Este, envolve um conjunto de elementos que asseguram o percurso dos cereais – balança, tulhas, tegão, nora e alcatruzes, tarara, joeiro rotativo, mós, sem-fins, ‘marot’, escovador, sacos – acessível ao público através da utilização de materiais expográficos, sem interferir na leitura do sistema moageiro. São ainda presentadas as espécies de cereais trigo, centeio, milho, cevada e aveia.<br>O museu permite ao visitante acompanhar todo o percurso desde o cereal, à eira, à moagem, à panificação e à comercialização do pão.&nbsp;</p></blockquote></figure>



<a href='https://redepatrimoniofids.amrs.pt/museu-da-farinha-sao-domingos/2-museu-da-farinha_s-domingos_foto-cmsc2015/'><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/2-Museu-da-Farinha_S.-Domingos_Foto-CMSC2015-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/2-Museu-da-Farinha_S.-Domingos_Foto-CMSC2015-150x150.jpg 150w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/2-Museu-da-Farinha_S.-Domingos_Foto-CMSC2015-600x600.jpg 600w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/2-Museu-da-Farinha_S.-Domingos_Foto-CMSC2015-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
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<h3 class="wp-block-heading">Tipo de sítio</h3>



<p>Arquitetura agro-industrial / fábrica / moagem</p>



<p><strong>Categoria de Proteção: </strong>MIP &#8211; Monumento de Interesse Público / A Câmara de Santiago do Cacém atribuiu a classificação de MIP à Moagem José Mateus Vilhena – Museu da Farinha / Casas da Moagem de São Domingos. A decisão final do procedimento para a classificação foi publicada no dia 28 de março de 2018 em <em>Diário da República</em>. Diário da República, 2.ª série — N.º 62 — 28 de março de 2018 Aviso n.º 4229/2018</p>



<h3 class="wp-block-heading">Horário</h3>



<p>Quarta e Quinta-feira: das 14 às 18.00h.<br>Encerra 2ª, 3ª, 6ª feiras e fins de semana.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ingresso</h3>



<p>Pago.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Acessibilidade</h3>



<p>Acessível a pessoas com mobilidade condicionada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Locais de exposição do espólio</h3>



<p>Os espaços que integraram a antiga fábrica de moagem de ramas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Contactos</h3>



<p>Para os fins de semana e feriados (25 de julho é feriado municipal), assim como para visitas de grupos superiores a 6 pessoas, os interessados devem contactar o Museu através dos seguintes meios:&nbsp;</p>



<p><strong>Tel.: </strong>(+351) 961 388 217<br><strong>E-mail:</strong> <a href="mailto:museudafarinha@gmail.com">museudafarinha@gmail.com</a>&nbsp;<br><strong>Site:</strong> <a href="https://museu-da-farinha1.webnode.pt/">https://museu-da-farinha1.webnode.pt/</a><br><strong>Facebook: </strong><a href="https://www.facebook.com/museudafarinha">https://www.facebook.com/museudafarinha</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Localização</h3>



<p>Município de Santiago do Cacém | União de Freguesias de São Domingos e Vale de Água | <a href="https://www.google.com/maps/place//data=!4m2!3m1!1s0xd1bb47a621378ff:0x6f98ab579696b01f?sa=X&amp;ved=1t:8290&amp;ictx=111">Rua 1.º de Maio 36, 7540-415 São Domingos</a> <br><strong>Georreferenciação:</strong> 37.93001, -8.538&nbsp;</p>



<div class="wp-block-group is-nowrap is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-ad2f72ca wp-block-group-is-layout-flex">
<div class="wp-block-loftocean-shortcode-accordions lo-accordions accordions" data-open-default="1">
<div class="accordion-item"><div class="accordion-title"><span class="accordion-icon"></span><span class="title">Cronologia</span></div><div class="accordion-content">
<p><strong>Séx. XX, década de 1920 –</strong> José Mateus Vilhena compra um terreno nos limites da aldeia de S. Domingos, onde existia um moinho com um casal de mós movido a caldeira de vapor (locomóvel).</p>



<p><strong>1925 –</strong> Construção da fábrica de moagem de ramas, instalada num edifício de dois pisos, construído em taipa e adobe. Num dado período, chegou a ser a moagem de cereais de maior movimento no distrito de Setúbal.</p>



<p><strong>1984 – </strong>Encerramento desta moagem que havia funcionado continuamente ao longo de 59 anos.&nbsp;</p>



<p><strong>2011 – </strong>Com o objetivo de abrir o Museu da Farinha – Coleção visitável, foi criada a sociedade JMV Turismo Cultural, Lda.&nbsp;</p>



<p><strong>2014 – </strong>Inauguração do Museu da Farinha. O projeto de musealização da antiga moagem de São Domingos pertencente à família Mateus Vilhena, contou com o apoio técnico da Câmara Municipal de Santiago do Cacém.</p>



<p><strong>2015</strong> <strong>–</strong> A Moagem José Mateus Vilhena / Museu da Farinha – Casas de Moagem recebeu o prémio da APOM (Associação Portuguesa de Museologia) para melhor Coleção Visitável.&nbsp;</p>
</div></div>
</div>
</div>




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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Museu Mineiro do Lousal </title>
		<link>https://redepatrimoniofids.amrs.pt/museu-mineiro-do-lousal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Castela]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 21:45:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sitio Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Património]]></category>
		<category><![CDATA[Rota]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A aldeia mineira do Lousal localiza-se, geologicamente, na Faixa Piritosa Ibérica. Em plataforma de outeiro, constituindo vários núcleos, a povoação mineira desenvolveu-se em diversos espaços.&#160;O projeto Relousal permitiu a formação profissional de antigos trabalhadores, levou a cabo a requalificação do espaço urbano, minimizou o impacte ambiental dos antigos trabalhos mineiros e promoveu o património natural, ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p><br>A aldeia mineira do Lousal localiza-se, geologicamente, na Faixa Piritosa Ibérica. Em plataforma de outeiro, constituindo vários núcleos, a povoação mineira desenvolveu-se em diversos espaços.&nbsp;<br>O projeto Relousal permitiu a formação profissional de antigos trabalhadores, levou a cabo a requalificação do espaço urbano, minimizou o impacte ambiental dos antigos trabalhos mineiros e promoveu o património natural, científico e cultural da aldeia, com a criação de um Centro de Artesanato, a reabilitação do antigo Mercado e da casa da Direção –&nbsp; transformada em hotel rural –, e a abertura, em 2001, do Museu Mineiro, instalado na antiga central elétrica. O Núcleo da Central Elétrica conserva grande parte do equipamento, tal como, motores, compressores, e outros.&nbsp;<br><br><strong>Outros recursos:</strong> em 2010 foi inaugurado o Centro de Ciência Viva do Lousal – Mina de Ciência e, em 2015, abriu ao público a Galeria Waldemar.</p></blockquote></figure>



<a href='https://redepatrimoniofids.amrs.pt/museu-mineiro-do-lousal/patrimonio_industrial_lousal-1/'><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/Patrimonio_Industrial_Lousal-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/Patrimonio_Industrial_Lousal-1-150x150.jpg 150w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/Patrimonio_Industrial_Lousal-1-600x600.jpg 600w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/Patrimonio_Industrial_Lousal-1-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
<a href='https://redepatrimoniofids.amrs.pt/museu-mineiro-do-lousal/patrimonio_industrial_lousal-2/'><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/Patrimonio_Industrial_Lousal-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/Patrimonio_Industrial_Lousal-2-150x150.jpg 150w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/Patrimonio_Industrial_Lousal-2-600x600.jpg 600w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/Patrimonio_Industrial_Lousal-2-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
<a href='https://redepatrimoniofids.amrs.pt/museu-mineiro-do-lousal/patrimonio_industrial_lousal-3/'><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/Patrimonio_Industrial_Lousal-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/Patrimonio_Industrial_Lousal-3-150x150.jpg 150w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/Patrimonio_Industrial_Lousal-3-600x600.jpg 600w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/Patrimonio_Industrial_Lousal-3-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
<a href='https://redepatrimoniofids.amrs.pt/museu-mineiro-do-lousal/patrimonio_industrial_lousal-9/'><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/Patrimonio_Industrial_Lousal-9-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/Patrimonio_Industrial_Lousal-9-150x150.jpg 150w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/Patrimonio_Industrial_Lousal-9-600x600.jpg 600w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/Patrimonio_Industrial_Lousal-9-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>



<h3 class="wp-block-heading">Tipo de sítio</h3>



<p>Arquitetura industrial / mina e outras construções subsidiárias ao funcionamento desta indústria extrativa / áreas residenciais de pessoal da mina</p>



<h3 class="wp-block-heading">Horário</h3>



<p><strong>Corta mineira e cementação</strong>: Visita livre</p>



<p><strong>Centro Ciência Viva&nbsp;</strong>:&nbsp;3ª feira a domingo (inclui feriados, sendo 22 de outubro feriado municipal) &#8211; 10h00 – 18h00<br>Encerra nos dias 24, 25 e 31 de dezembro e 1 de janeiro</p>



<p><strong>Galeria Waldemar</strong>:&nbsp;Período escolar: sábados e domingos às 10h30<br>Período não escolar: diariamente às 10h30</p>



<p><strong>Museu Mineiro do Lousal</strong>: 11h00 | 14h00 | 16h30</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ingresso</h3>



<p>Pago.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Acessibilidade</h3>



<p>Restrições a pessoas com mobilidade condicionada.<br>O espaço exterior e envolvente do Centro Ciência Viva e Museu Mineiro do Lousal apresenta algumas restrições a pessoas com mobilidade condicionada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Locais de exposição do espólio</h3>



<p>Corta mineira e cementação | Centro de Ciência Viva do Lousal&nbsp; |&nbsp;Galeria Waldemar | Museu Mineiro&nbsp;&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Contactos</h3>



<p><strong>Tel.: </strong>(+351) 269 750 520<br><strong>E-mail:</strong> <a href="mailto:acolhimento@lousal.cienciaviva.pt">acolhimento@lousal.cienciaviva.pt</a><br><strong>Site:</strong> <a href="https://lousal.cienciaviva.pt/museu-mineiro/">https://lousal.cienciaviva.pt/museu-mineiro/</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Localização</h3>



<p>Município de Grândola | Freguesia de Azinheira dos Barros e São Mamede do Sádão | Aldeia do Lousal<br><strong>Georreferenciação</strong>: 38.03629, -8.42599</p>



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<div class="accordion-item"><div class="accordion-title"><span class="accordion-icon"></span><span class="title">Cronologia</span></div><div class="accordion-content">
<p>Os vestígios arqueológicos levam a crer que os inícios da exploração mineira remontem ao Calcolítico (3000-2000 a.C.), existindo ainda testemunhos arqueológicos de atividade mineira em&nbsp; período romano.</p>



<p><strong>1881 – </strong>A “descoberta” foi registada por um lavrador local, dando-se assim início à&nbsp; exploração do jazigo do Lousal no período contemporâneo.</p>



<p><strong>1885 – </strong>A concessão foi transmitida ao engenheiro de minas Alfredo Masson (até 1899).</p>



<p><strong>Séc. 20, desde inícios até meados de 1930 –</strong> Concessão atribuída a Guilherme Ferreira Pinto Basto e a Waldemar d’Orey que, em 1910, formaram a Sociedade Minas dos Barros, Lda. que ficou com a concessão até 1933.</p>



<p>Durante este período a exploração esteve a cargo da firma Henrique Burnay &amp; Compagnie (1914-1924) e, mais tarde, da Sociedade Mines d&#8217;Aljustrel (1934-1936) que implementa uma exploração mais intensa, uma vez que as pirites cupríferas assumiram grande&nbsp; importância, devido à procura do ácido sulfúrico a partir do qual se obtinham outros produtos químicos com aplicação quer na indústria, quer na agricultura.&nbsp;</p>



<p><strong>1937 – </strong>Concessão e exploração pela Societé Anonyme Mines et Industries.</p>



<p><strong>1945 – </strong>Aquisição pela SAPEC, que explorou a mina até 1988, data do seu encerramento.</p>



<p><strong>Década de 1990 –</strong> Após um período de quase abandono, o município de Grândola, junto com a SAPEC, criou um projeto –<em>Programa do revitalização e desenvolvimento integrado do Lousal (RELOUSAL)</em> – para a sua dinamização e reabilitação, enfatizando as componentes museológica, cultural e turística.</p>



<p><strong>2001 –</strong> Inauguração do Museu Mineiro do Lousal, primeiro museu mineiro no país, integrado num projeto integrado de recuperação das antigas minas do Lousal instalado na antiga central elétrica, resultado de uma parceria entre a Fundação Frédéric de Velge e a Câmara Municipal de Grândola. Este museu foi, entretanto, objeto de profundas obras de requalificação e reaberto 2024.</p>



<p><strong>2010</strong> <strong>– </strong>Inauguração do Centro de Ciência Viva do Lousal – Mina de Ciência.</p>



<p><strong>2015</strong> <strong>–</strong> Inauguração da Galeria Waldemar.<strong>&nbsp;</strong></p>
</div></div>



<div class="accordion-item"><div class="accordion-title"><span class="accordion-icon"></span><span class="title">Bibliografia</span></div><div class="accordion-content">
<p>CUSTÓDIO, Jorge (1993) &#8211; As Minas Abandonadas do Ponto de Vista da Arqueologia Mineira e Industrial. Separata do Boletim de Minas, vol. 30, no 2, Lisboa: Instituto Geológico e Mineiro.</p>



<p>CUSTÓDIO, Jorge (2005) &#8211; “Património mineiro”. In: Património Estudos, n.o 8, Lisboa: IPPAR, pp. 145-164.</p>



<p>LEITE, Pedro (2009) – Frédéric Velge 1926-2002. Azinheira de Barros/Lousal: Fundação Frédéric Velge</p>



<p>MATOS, João Xavier (2009) – “Ampliação e desenvolvimento da Rota da Pirite através da inclusão dos jazigos geológicos de Algares e Lousal, Faixa Piritosa Ibérica, Portugal”. In Rutas Minerales en Iberoamérica, pp. 113-121.</p>



<p>OLIVEIRA, M.; Ferreira, T.; Relvas, Jorge M. R. S.; Pinto, A. M. M.; Pereira, Zélia; Matos, João Xavier; Fernandes, Carlos. &#8220;Lousal, Portugal : património geológico e mineiro de uma antiga mina na Faixa Piritosa Ibérica&#8221;. 2013</p>



<p>RELVAS, J.M.R.S.; Pinto, A.; Fernandes, C.; Matos, J.X.; Vieira, A.; Mendonça, A.; Malha, C.; et al. &#8220;Lousal: An old mine, a recent dream, a new reality | Lousal: Uma antiga mina, um sonho recente, uma nova realidade&#8221;. Comunicacoes Geologicas 101 Special Is (2014): 1345-1347.</p>



<p>RELVAS, J.M.R.S.; Pinto, A.; Fernandes, C.; Matos, J.X.; Vieira, A.; Mendonça, A.; Malha, C.; et al. &#8220;Lousal: An old mine, a recent dream, a new reality,Lousal: Uma antiga mina, um sonho recente, uma nova realidade&#8221;. Comunicacoes Geologicas 101 Special Is (2014): 1345-1347.</p>



<p>SANTOS, M. L.; TINOCO, A. (1998) – Um Projecto de Musealização para as Minas do Lousal”. In: Arqueologia &amp; Indústria, 1, Lisboa: APAI, pp. 117-125</p>



<p>VARELA, Tiago (2006) – Modelos de Minas do Séc. XIX. Engenhos de Exploração Mineira. Azinhaga dos Barros/Lousal: Fundação Frédéric Velge</p>
</div></div>



<div class="accordion-item"><div class="accordion-title"><span class="accordion-icon"></span><span class="title">Recursos online</span></div><div class="accordion-content">
<p><a href="http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=25040">http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=25040</a></p>



<p><a href="https://lousal.cienciaviva.pt/museu-mineiro/">https://lousal.cienciaviva.pt/museu-mineiro/</a></p>
</div></div>
</div>
</div>




<p>O conteúdo <a href="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/museu-mineiro-do-lousal/">Museu Mineiro do Lousal </a> aparece primeiro em <a href="https://redepatrimoniofids.amrs.pt">Rede de Património Cultural da Região de Setúbal</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Museu do Trabalho Michel Giacometti</title>
		<link>https://redepatrimoniofids.amrs.pt/museu-do-trabalho-michel-giacometti/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Castela]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 14:46:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sitio Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Património]]></category>
		<category><![CDATA[Rota]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Museu, fundado em 1987, possui importante espólio, nomeadamente a Coleção Etnográfica do etnomusicólogo corso Michel Giacometti doada nesse mesmo ano à edilidade (incluindo objetos relacionados com o trabalho agrícola e doméstico e com a cultura popular), para além de inúmeras peças relacionadas com os ofícios tradicionais e o património do quotidiano urbano.&#160;O projeto do ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/museu-do-trabalho-michel-giacometti/">Museu do Trabalho Michel Giacometti</a> aparece primeiro em <a href="https://redepatrimoniofids.amrs.pt">Rede de Património Cultural da Região de Setúbal</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>O Museu, fundado em 1987, possui importante espólio, nomeadamente a Coleção Etnográfica do etnomusicólogo corso Michel Giacometti doada nesse mesmo ano à edilidade (incluindo objetos relacionados com o trabalho agrícola e doméstico e com a cultura popular), para além de inúmeras peças relacionadas com os ofícios tradicionais e o património do quotidiano urbano.&nbsp;<br>O projeto do Museu do Trabalho Michel Giacometti, que se veio a instalar na antiga fábrica de conservas de peixe Perienes, visou representar e valorizar os três setores da economia. O primário patente no mundo rural expresso na coleção etnográfica de Michel Giacometti, com a exposição permanente intitulada “<em>Mundo rural – coleção etnográfica… e a génese do museu</em>”. O secundário materializa-se no aproveitamento da história do próprio edifício onde foi instalado, a unidade fabril de produção de conservas, representativa do universo industrial e da transformação – exibe maquinaria industrial ligada às conservas de peixe e à litografia –, com a exposição permanente denominada “<em>A indústria conserveira (da lota à lata) &#8211; a cadeia operatória”</em>&nbsp;<br>O ciclo exibitivo do Museu do Trabalho Michel Giacometti ficou completo em 2002, com a aquisição de uma mercearia tradicional, representante do setor terciário, do comércio e serviços, com a exposição “<em>Mercearia Liberdade – um património a salvaguardar</em>”.</p></blockquote></figure>



<a href='https://redepatrimoniofids.amrs.pt/museu-da-farinha-sao-domingos/museu-do-trabalho-2-2/'><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/Museu-do-trabalho-2-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="Museu do Trabalho Michel Giacometti" srcset="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/Museu-do-trabalho-2-1-150x150.jpg 150w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/Museu-do-trabalho-2-1-600x600.jpg 600w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/Museu-do-trabalho-2-1-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
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<h3 class="wp-block-heading">Tipo de sítio</h3>



<p>Arquitetura civil / fábrica | indústria alimentar conserveira</p>



<h3 class="wp-block-heading">Horário</h3>



<p>De 3ª feira a domingo, das 10h.00 às 18h.00; e sábado das 14h.00 às 18h.00.<br>Encerra aos domingos, segundas-feiras e feriados (15 de setembro é feriado municipal).</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ingresso</h3>



<p>Pago.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Acessibilidade</h3>



<p>Acessível a pessoas com mobilidade condicionada.</p>



<p>Associada à informação dos audioguias já existentes no Museu do Trabalho, desde 2022 encontra-se disponível aos visitantes uma app do Museu todos os conteúdos (em visitas de realidade virtual e aumentada, que inclui língua gestual e audiotexto) de maneira a facilitar o uso por todos os públicos, incluindo pessoas portadores de deficiências físicas ou mentais ou pessoas com limitações visuais e auditivas.</p>



<p>Criado com o objetivo de incentivar ações artísticas e culturais para valorização da participação cívica e fruição cultural e patrimonial, esta ferramenta encontra-se também disponível em inglês.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Locais de exposição do espólio</h3>



<p>Os visitantes podem explorar as exposições permanentes sobre o mundo rural, a indústria conserveira (da pesca à embalagem do produto final) e o comércio local, entre outras exposições temporárias dedicadas a temáticas relacionadas com o trabalho, distribuídas pelos três andares do museu.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Contactos</h3>



<p><strong>Tel.:</strong> 265 637 880<br><strong>E-mail:</strong> museu.trabalho@mun-setubal.pt<br><strong>Site</strong>: <a href="https://museus.mun-setubal.pt/10352/museudotrabalho">https://museus.mun-setubal.pt/10352/museudotrabalho</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Localização</h3>



<p>Município de Setúbal | Cidade de Setúbal | Junta de Freguesia de S. Sebastião | Largo Defensores da República, Beco de João Galvão, 3 <br><strong>Georreferenciação</strong>: 38.52331, -8.88662</p>



<div class="wp-block-group is-nowrap is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-ad2f72ca wp-block-group-is-layout-flex">
<div class="wp-block-loftocean-shortcode-accordions lo-accordions accordions" data-open-default="1">
<div class="accordion-item"><div class="accordion-title"><span class="accordion-icon"></span><span class="title">Cronologia</span></div><div class="accordion-content">
<p><strong>Séc. XIX, meados</strong> – Manuel José Neto, um dos primeiros conserveiros de Setúbal, instala o seu espaço industrial conserveiro de peixe, pelo método da esterilização.</p>



<p><strong>1906 &#8211; 1919 – </strong>As firmas Costa e Benzinhos &amp; Ribeiro instalam, no mesmo local, as suas unidades conserveiras.</p>



<p><strong>1919</strong> <strong>– </strong>Matias Perienes toma de trespasse o edifício do Beco de João Galvão e o armazém da Ladeira de São Sebastião &#8211; Fábrica de Conservas Alimentícias de M. Perienes, Lda. (empresa fundada em 1909, produzia conservas de peixe em azeite).</p>



<p><strong>1932&nbsp; –</strong> Alteração de fachadas e implantação da cobertura metálica.&nbsp;</p>



<p><strong>1971 – </strong>A fábrica destinada à produção de conservas de peixe cessou a atividade.</p>



<p><strong>1987 –</strong> Fundação do Museu do Trabalho Michel Giacometti.</p>



<p><strong>1991 – </strong>Aquisição pela Câmara Municipal de Setúbal da fábrica de conservas Perienes, unidade fabril extinta em 1971. Nesta década, o edifício sofreu sucessivos acrescentos e melhoramentos, o último dos quais conferiu-lhe a unidade e harmonia que atualmente apresenta.&nbsp;</p>



<p><strong>1995 –</strong> Inauguração do Museu do Trabalho Michel Giacometti no espaço da antiga fábrica.&nbsp;</p>
</div></div>



<div class="accordion-item"><div class="accordion-title"><span class="accordion-icon"></span><span class="title">Bibliografia online</span></div><div class="accordion-content">
<p>ALCÂNTARA, Ana (2010) – “A indústria conserveira e a evolução urbana de Setúbal, (1854 – 1914)” in <em>MUSA – Museus, Arqueologia &amp; Outros Patrimónios</em>, vol. 3, pp. 237-247.</p>



<p>Conservas de Portugal: <a href="https://conservasdeportugal.com/a-industria-conserveira-e-a-evolucao-urbana-de-setubal-1854-1914/">https://conservasdeportugal.com/a-industria-conserveira-e-a-evolucao-urbana-de-setubal-1854-1914/</a></p>
</div></div>
</div>
</div>



<div class="wp-block-loftocean-shortcode-accordions lo-accordions accordions" data-open-default="1">
<div class="accordion-item"><div class="accordion-title"><span class="accordion-icon"></span><span class="title">Recursos online</span></div><div class="accordion-content">
<ul class="wp-block-list">
<li>PT: <a href="https://conservasdeportugal.com/matias-perienes-lda/">https://conservasdeportugal.com/matias-perienes-lda/</a></li>



<li>PT: <a href="http://www.monumentos.gov.pt/site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=407">http://www.monumentos.gov.pt/site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=407</a>7</li>
</ul>
</div></div>
</div>
<p>O conteúdo <a href="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/museu-do-trabalho-michel-giacometti/">Museu do Trabalho Michel Giacometti</a> aparece primeiro em <a href="https://redepatrimoniofids.amrs.pt">Rede de Património Cultural da Região de Setúbal</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fábrica da Pólvora de Vale de Milhaços</title>
		<link>https://redepatrimoniofids.amrs.pt/fabrica-da-polvora-de-vale-de-milhacos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Castela]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 16:08:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sitio Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Património]]></category>
		<category><![CDATA[Rota]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://redepatrimoniofids.amrs.pt/?p=1608</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mantendo a planta industrial de 1898, o Circuito da Pólvora Negra de Vale de Milhaços é composto por mais de duas dezenas de edifícios, entre os quais é de salientar o conjunto central de produção de energias térmicas e mecânica a vapor. Neste âmbito, têm destaque as duas caldeiras geradoras de vapor e a máquina ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/fabrica-da-polvora-de-vale-de-milhacos/">Fábrica da Pólvora de Vale de Milhaços</a> aparece primeiro em <a href="https://redepatrimoniofids.amrs.pt">Rede de Património Cultural da Região de Setúbal</a>.</p>
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<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Mantendo a planta industrial de 1898, o Circuito da Pólvora Negra de Vale de Milhaços é composto por mais de duas dezenas de edifícios, entre os quais é de salientar o conjunto central de produção de energias térmicas e mecânica a vapor. Neste âmbito, têm destaque as duas caldeiras geradoras de vapor e a máquina a vapor da marca <em>Farcot &amp; Fils</em> de 1900, com 125 c/v, que funcionou até 2001 como motor central das várias oficinas de produção, dispersas pelos cerca de 13,4 hectares que integram esta unidade fabril.<br>Ambos os equipamentos industriais – uma caldeira geradora de vapor e a máquina a vapor – encontra-se sujeita a uma conservação operacional. Assim, no âmbito das iniciativas programadas pelo Ecomuseu Municipal do Seixal, os visitantes podem observar o seu funcionamento segundo o mesmo sistema e processos tecnológicos do século XIX.<br>A partir destes edifícios centrais, a transmissão de energia motriz às máquinas operadoras, existentes nas várias oficinas de fabrico da pólvora, era realizada através de cabos aéreos.<br>Para além deste conjunto central de produção de energias térmicas e mecânica a vapor, têm ainda destaque as oficinas de carbonização (destilação da madeira), onde era produzida uma das matérias-primas, o carvão; as oficinas de processamento de matérias-primas e produção de pólvora; os armazéns de&nbsp; matérias-primas (nitrato de potássio/salitre, carvão e enxofre); os paióis e os escritórios da fábrica, entre outros edifícios de apoio.</p></blockquote></figure>



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<h3 class="wp-block-heading">Tipo de sítio</h3>



<p><strong>Arquitetura industrial | fábrica</strong><br>Categoria de Proteção: MIP &#8211; Monumento de Interesse Público / ZEP, Portaria n.º 740-BG/2012, DR, 2.ª série, n.º 248 de 24 dezembro 2.<br>Acesso condicionado a visitas mediante marcação prévia ou por inscrição nas iniciativas programadas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Horário</h3>



<p>Acesso condicionado a visitas mediante marcação prévia ou por inscrição nas iniciativas programadas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ingresso</h3>



<p>Gratuito.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Acessibilidade</h3>



<p>Restrições a pessoas com mobilidade condicionada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Locais de exposição do espólio</h3>



<p>O Circuito da Pólvora Negra da Fábrica da Pólvora de Vale de Milhaços é constituído por edifícios, infraestruturas, maquinaria e outros objetos que documentam a atividade industrial e as tecnologias aplicadas à produção de pólvora negra desde 1896 até 2001. Este conjunto patrimonial é preservado in situ, tendo-se em 2001 iniciado a sua incorporação no Ecomuseu Municipal do Seixal.<br>A Oficina dos Carbonizadores acolhe atualmente uma área expositiva e interpretativa da fábrica, bem como um pequeno auditório.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Contactos</h3>



<p><strong>Tel.:</strong> 210 976 112<br><strong>E-mail:</strong> ecomuseu.se@cm-seixal.pt<br><strong>Site</strong>: <a href="https://www.cm-seixal.pt/ecomuseu-municipal/fabrica-de-polvora">https://museus.mun-setubal.pt/10352/museudotrabalho</a></p>



<p>As marcações para visita deverão ser feitas através do serviço educativo do Ecomuseu Municipal do Seixal, com atendimento telefónico às 2ª feiras.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Localização</h3>



<p>Município do Seixal | Junta de Freguesia de Corroios | Avenida da Fábrica da Pólvora, n.º 146, Vale de Milhaços <br><strong>Georreferenciação</strong>: 38.62607, -9.1587</p>



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<div class="accordion-item"><div class="accordion-title"><span class="accordion-icon"></span><span class="title">Cronologia</span></div><div class="accordion-content">
<p><strong>1894 &#8211; 1896</strong> – Libânio Augusto de Oliveira funda a primitiva unidade fabril de produção de pólvoras negras</p>



<p><strong>1897</strong> – Um grande acidente destruiu parcialmente a fábrica, vitimando vários trabalhadores. Entre 1896 e 1898 a fábrica foi explorada pela empresa Francisco Carneiro &amp; Comandita;</p>



<p><strong>1898 &#8211; 1920</strong> – Durante este período, a propriedade e a exploração de estabelecimento industrial transitou para a Companhia Africana de Pólvora, S.A.R.L. Em <strong>1898</strong> &#8211; a fábrica foi reedificada seguindo um novo layout industrial, garantindo maior segurança e aumentando a capacidade produtiva desta unidade;</p>



<p><strong>1921</strong> – A firma Camelo &amp; Rodrigues passa a deter a propriedade da fábrica. No ano seguinte, deu-se a dissolução da empresa seguida da venda dos imóveis;</p>



<p><strong>1922 &#8211; 2002</strong> – A Sociedade Africana de Pólvora, Lda. deu continuidade à exploração do estabelecimento fabril, acrescentando à produção de pólvoras negras o fabrico de rastilho (1940) e de cartão detonante (1954) em novas oficinas construídas para o efeito (demolidas pela empresa após a desativação da fábrica em 2001).</p>



<p><strong>2001</strong> – O conjunto patrimonial do circuito da pólvora negra é preservado in situ, dando-se início à sua incorporação no Ecomuseu Municipal do Seixal.</p>
</div></div>



<div class="accordion-item"><div class="accordion-title"><span class="accordion-icon"></span><span class="title">Bibliografia</span></div><div class="accordion-content">
<p>CUSTÓDIO, Jorge – A Fábrica de Pólvora de Vale de Milhaços : singularidade e inovação de um complexo fabril do património industrial português. Pedra e cal. &#8211; ISSN 1645-4863 . &#8211; Nº 52 (Jan.-Jun. 2012), p. 16-18<br><a href="http://www.gecorpa.pt/revista_edicao.aspx?idr=55">http://www.gecorpa.pt/revista_edicao.aspx?idr=55</a></p>



<p>FILIPE, Graça – Circuito da pólvora negra de Vale de Milhaços (Seixal-Portugal) : patrimonialização e gestão do património. Pensar y actuar sobre el patrimonio industrial en el territorio / ed. Miguel Ángel Álvarez Areces; Luciano Crespi… [et al.]. &#8211; 1ª ed.. &#8211; Gijón : Incuna, Asociación de Arqueología Industrial, 2017. &#8211; ISBN 978-84-945966-3-6. &#8211; . &#8211; p.473-480<br><a href="https://www.academia.edu/35537580/Circuito_da_P%C3%B3lvora_Negra_de_Vale_de_Milha%C3%A7os_patrimonializa%C3%A7%C3%A3o_e_gest%C3%A3o_de_patrim%C3%B3nio">https://www.academia.edu/35537580/Circuito_da_P%C3%B3lvora_Negra_de_Vale_de_Milha%C3%A7os_patrimonializa%C3%A7%C3%A3o_e_gest%C3%A3o_de_patrim%C3%B3nio</a></p>



<p>FILIPE, Graça – Fábrica de Pólvora de Vale de Milhaços (Seixal &#8211; Portugal) séculos XIX-XXI : importância da protecção legal do património industrial e potencialidades da musealização do circuito pólvora negra. Património, Museus e Turismo Industrial: uma oportunidade para o século XXI. &#8211; ISBN 978-989-20-7252-4 . &#8211; p. 422 &#8211; 431<br><a href="https://research.unl.pt/ws/portalfiles/portal/4254887/F_brica_de_P_lvora_de_Vale_de_Milha_os_SEIXAL_Portugal_s_culos_XIX_XXI.pdf">https://research.unl.pt/ws/portalfiles/portal/4254887/F_brica_de_P_lvora_de_Vale_de_Milha_os_SEIXAL_Portugal_s_culos_XIX_XXI.pdf</a></p>



<p>FILIPE, Graça – The safeguarding of the Vale de Milhaços Gunpowder Factory and the operational conservation of the steam generator and the steam engine. Architectus. &#8211; e-ISSN 2084-5227 . &#8211; Vol. 61, n.º 1 (2020), p.17-24<br><a href="https://architectus.pwr.edu.pl/files/numery/61_03.pdf">https://architectus.pwr.edu.pl/files/numery/61_03.pdf</a></p>



<p>MOURA, Francisco [et al.] – Descolonizar a Arqueologia Industrial: o caso da Fábrica de Pólvora de Vale de Milhaços. Al-Madan Online. &#8211; ISSN 2182-7265. &#8211; N.º 28, tomo 1 (2025), p. 186-195<br><a href="https://issuu.com/almadan/docs/ao28-1">https://issuu.com/almadan/docs/ao28-1</a></p>



<p>SEQUEIRA, João Luís – Contexto histórico e tecnológico dos equipamentos a vapor da Fábrica de Pólvora de Vale de Milhaços. Separata da revista Arqueologia industrial, s.5, v.5, n.º2 (2023), p. 2-15<br><a href="https://www.academia.edu/121494592/Contexto_hist%C3%B3rico_e_tecnol%C3%B3gico_dos_equipamentos_a_vapor_da_F%C3%A1brica_de_P%C3%B3lvora_de_Vale_de_Milha%C3%A7os">https://www.academia.edu/121494592/Contexto_hist%C3%B3rico_e_tecnol%C3%B3gico_dos_equipamentos_a_vapor_da_F%C3%A1brica_de_P%C3%B3lvora_de_Vale_de_Milha%C3%A7os</a></p>



<p>TISSOT, Isabel [et al.] – In full swing : analytical strategies for the conservation assessment of operating industrial heritage machinery. Journal of cultural heritage. &#8211; ISSN online 1778-3674. &#8211; N.º 66 (2024,) p. 398-406<br><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1296207423002480">https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1296207423002480</a></p>



<div class="wp-block-loftocean-shortcode-accordions lo-accordions accordions" data-open-default="1">
<div class="accordion-item"><div class="accordion-title"><span class="accordion-icon"></span><span class="title">Recursos online</span></div><div class="accordion-content">
<ul class="wp-block-list">
<li>Folheto da Fábrica de Pólvora de Vale de Milhaços<br>PT: <a href="https://www.cm-seixal.pt/sites/default/files/fabricapolvora_pt.pdf">https://www.cm-seixal.pt/sites/default/files/fabricapolvora_pt.pdf</a><br>EN: <a href="https://www.cm-seixal.pt/sites/default/files/fabricapolvora_ing.pdf">https://www.cm-seixal.pt/sites/default/files/fabricapolvora_ing.pdf</a></li>



<li>2020, A salvaguarda e a preservação do Património e da Biodiversidade da Fábrica de Pólvora de Vale de Milhaços &#8211; <a href="https://www.youtube.com/watch?v=_nxOl4Y1v6g">https://www.youtube.com/watch?v=_nxOl4Y1v6g</a></li>



<li>2020, Inventário da biodiversidade da Fábrica de Pólvora de Vale de Milhaços &#8211; <a href="https://www.youtube.com/watch?v=gNqfKAcIz9Y">https://www.youtube.com/watch?v=gNqfKAcIz9Y</a></li>



<li>2021, Sustentabilidade do Património Industrial. O contributo da protecção contra a corrosão &#8211; <a href="https://www.youtube.com/watch?v=GP3My8dZAwQ">https://www.youtube.com/watch?v=GP3My8dZAwQ</a></li>



<li>2022, Fábrica de Pólvora de Vale de Milhaços [Ilha de Biodiversidade] &#8211; <a href="https://files.fm/f/dcwmarrxb">https://files.fm/f/dcwmarrxb</a></li>
</ul>
</div></div>



<div class="accordion-item"><div class="accordion-title"><span class="accordion-icon"></span><span class="title">Accordion Title</span></div><div class="accordion-content"></div></div>
</div>
</div></div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Museu Industrial da Baía do Tejo</title>
		<link>https://redepatrimoniofids.amrs.pt/museu-industrial-baia-tejo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Castela]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Oct 2025 21:24:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sitio Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Industrial]]></category>
		<category><![CDATA[Património]]></category>
		<category><![CDATA[Rota]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://redepatrimoniofids.amrs.pt/?p=1588</guid>

					<description><![CDATA[<p>Test excerpt</p>
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<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>O Museu Industrial funciona em instalações da antiga Companhia União Fabril (CUF), no atual parque industrial do Barreiro, mais concretamente na antiga Central Diesel da CUF. Datado de 1935, o edifício apresenta dimensões e características arquitetónicas adequadas ao fim em vista, tendo a sua recuperação tido início em 1999.<br>Reunindo um espólio constituído por equipamentos industriais de índole diversa e um acervo documental e iconográfico considerável, representativo de áreas como a química, a têxtil, a metalomecânica, a produção de energia, a segurança e higiene industrial, os serviços sociais, etc., o Museu foi criado pela QUIMIPARQUE com a intenção de deixar para as gerações futuras o legado histórico do que foi um dos mais importantes complexos químico-industriais da Europa em meados do século XX.<br>O património histórico-museológico deste espaço inclui vários equipamentos industriais e um acervo documental e iconográfico relacionado com as diversas atividades produtivas que faziam parte daquele que foi um dos maiores grupos económicos portugueses, permitindo conhecer e explicar o que era e como funcionavam as antigas fábricas da CUF.</p></blockquote></figure>



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<h3 class="wp-block-heading">Tipo de sítio</h3>



<p>Arquitetura industrial / complexo fabril / fábrica</p>



<h3 class="wp-block-heading">Horários</h3>



<p>Acesso condicionado a visitas mediante marcação prévia. Feriado Municipal a 28 de junho.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ingresso</h3>



<p>Gratuito.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Acessibilidade</h3>



<p>Acessível a pessoas com mobilidade condicionada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Locais de exposição do espólio</h3>



<p>Espaços e monumentos da CUF no Barreiro que refletem a importância desta empresa no desenvolvimento industrial do Barreiro, preservando o legado da empresa para as gerações futuras<strong>:</strong><br>&#8211; <strong>Mausoléu de Alfredo da Silva:</strong> Localizado no antigo cemitério do Barreiro, este monumento foi construído por vontade do industrial para que ele pudesse &#8220;estar sempre a olhar para as suas fábricas&#8221;, mesmo após a sua morte.<br>&#8211; <strong>Museu Industrial da Baía do Tejo: </strong>Situado no atual Parque Empresarial do Barreiro, este museu exibe um importante espólio da CUF, incluindo equipamentos industriais, documentos e iconografia relacionados com as diversas atividades da empresa.<br>&#8211; <strong>Casa-Museu Alfredo da Silva:</strong> Um dos edifícios ligados à atividade da CUF, que inclui também o antigo Posto da GNR e os edifícios da primeira geração Stinville.<br>&#8211; <strong>Antiga Central a Vapor: </strong>Um dos edifícios históricos da CUF, também parte do conjunto patrimonial ligado à empresa.<br>&#8211; <strong>Parque Empresarial do Barreiro: </strong>Antigo espaço da CUF, onde se encontra o Museu Industrial da Baía do Tejo e outros edifícios históricos da empresa.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-thumbnail"><img decoding="async" width="150" height="150" data-id="1604" src="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/CFT-164_85695-150x150.jpg" alt="" class="wp-image-1604" srcset="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/CFT-164_85695-150x150.jpg 150w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/CFT-164_85695-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><figcaption class="wp-element-caption"><br>Portão do Largo das Obras, CUF Barreiro.</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="800" height="567" data-id="1605" src="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/CFT-164_85699.jpg" alt="" class="wp-image-1605" srcset="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/CFT-164_85699.jpg 800w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/CFT-164_85699-300x213.jpg 300w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/CFT-164_85699-768x544.jpg 768w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/CFT-164_85699-600x425.jpg 600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption"><br>Fábrica de Sulfato de Amónio e Amoníaco, CUF Barreiro.</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="800" height="569" data-id="1606" src="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/CFT-164_161566.jpg" alt="" class="wp-image-1606" srcset="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/CFT-164_161566.jpg 800w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/CFT-164_161566-300x213.jpg 300w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/CFT-164_161566-768x546.jpg 768w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/10/CFT-164_161566-600x427.jpg 600w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption"><br>Interior da Oficina dos Sabões, CUF Barreiro.</figcaption></figure>
</figure>



<h3 class="wp-block-heading">Contactos</h3>



<p>As marcações para visita deverão ser feitas através do atendimento telefónico.</p>



<p><strong>Tel.:</strong> 212 06 7 709.<br><strong>Site:</strong> <a href="https://www.cm-barreiro.pt/locais/museu-industrial-da-baia-do-tejo-quimiparque/">https://www.cm-barreiro.pt/locais/museu-industrial-da-baia-do-tejo-quimiparque/</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Localização</h3>



<p>Município do Barreiro | União das Freguesias de Barreiro e Lavradio | Parque Empresarial Baía do Tejo (Quimiparque)<br>Rua 44 <em>Parque Empresarial Baía do Tejo,</em> 2830-577 Barreiro<br><strong>Georreferenciação</strong>: 38.665, -9.06541</p>



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<div class="accordion-item"><div class="accordion-title"><span class="accordion-icon"></span><span class="title">Cronologia</span></div><div class="accordion-content">
<p><strong>Final do séc. XIX – </strong>Criação do grupo CUF &#8211; Companhia União Fabril, em resultado da união de duas empresas industriais sediadas no bairro de Alcântara, em Lisboa.</p>



<p><strong>1907 – </strong>Instalação da primeira grande fábrica da CUF no Barreiro. Com o passar dos anos, a CUF tornou-se um importante conglomerado empresarial com forte presença nas indústrias ligeira e pesada, banca e seguros, bem como noutros serviços. Simultaneamente, empreende uma vasta política social, de assistência médica e de apoio social aos seus trabalhadores.</p>



<p><strong>1935 – </strong>Construção da antiga Central Diesel, no Barreiro.</p>



<p><strong>1970 –</strong> A CUF constituía o maior grupo empresarial da Península Ibérica, detendo cerca de 180 empresas que empregavam cerca de 50.000 trabalhadores.</p>



<p><strong>1975 –</strong> Interrupção da sua expansão com a nacionalização das empresas do grupo CUF. Volvidos dois anos, passa a designar-se Quimigal.</p>



<p><strong>Déc. de 1980 – </strong>Tem lugar a privatização das empresas e o regresso da família do fundador à gestão dos negócios.</p>



<p><strong>Final da década de 1980 – </strong>Entra progressivamente num processo de encerramento das fábricas e de desindustrialização.</p>



<p><strong>1989 – </strong>Criação da Quimiparque. Passados dez anos, é feita a reabilitação da antiga Central Diesel visando a instalação de núcleo museológico.</p>



<p><strong>2004 – </strong>Assinalando o 15º aniversário da Quimiparque foi inaugurado o <em>Museu Industrial, instalado na a</em><em>ntiga Central Diesel.</em></p>



<p><strong>2009</strong> <strong>– </strong>Surge a Baía do Tejo, empresa que passou a gerir o Parque Empresarial do Barreiro e o Museu industrial, dedicando-se à requalificação urbana e ambiental do território, visando o seu&nbsp; desenvolvimento económico e valorização. Mais tarde esta empresa alterou a sua designação para Arco Ribeirinho Sul, S.A., que ainda hoje mantém.</p>
</div></div>
</div>
<p>O conteúdo <a href="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/museu-industrial-baia-tejo/">Museu Industrial da Baía do Tejo</a> aparece primeiro em <a href="https://redepatrimoniofids.amrs.pt">Rede de Património Cultural da Região de Setúbal</a>.</p>
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