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	<title>Arquivo de Rota do Património Arquitetónico Militar - Rede de Património Cultural da Região de Setúbal</title>
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		<title>Forte de Albarquel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Castela]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 15:28:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Rota do Património Arquitetónico Militar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Forte de Albarquel, correspondendo ao paradigma de arquitetura militar seiscentista portuguesa do período, apresenta uma planta trapezoidal, com um edifício de dois andares com um pequeno baluarte no vértice, a sudeste, e uma guarita a sul.Esta edificação, em “estilo chão”, de feição militar, com construção sóbria e imponente, é caracterizada pelo despojo decorativo, com ...</p>
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<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>O Forte de Albarquel, correspondendo ao paradigma de arquitetura militar seiscentista portuguesa do período, apresenta uma planta trapezoidal, com um edifício de dois andares com um pequeno baluarte no vértice, a sudeste, e uma guarita a sul.<br>Esta edificação, em “estilo chão”, de feição militar, com construção sóbria e imponente, é caracterizada pelo despojo decorativo, com poucos adornos destacando-se os frisos, os entablamentos, as gárgulas e o pormenor da escadaria exterior.<br>Projetado em 1642, por ordem de D. João IV e construído a partir de 1643, o forte tinha por objetivo reforçar a defesa do Forte de São Filipe e proteger a barra do rio de Setúbal.<br>Atualmente, encontrando-se recuperado, sob tutela da Câmara Municipal de Setúbal, serve como núcleo museológico e espaço para atividades culturais.</p></blockquote></figure>



<a href='https://redepatrimoniofids.amrs.pt/forte-de-albarquel/img_5007-1/'><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/IMG_5007-1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="Forte de Albarquel" srcset="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/IMG_5007-1-150x150.jpeg 150w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/IMG_5007-1-600x600.jpeg 600w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/IMG_5007-1-300x300.jpeg 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>



<h3 class="wp-block-heading">Tipo de sítio</h3>



<p>Forte</p>



<h3 class="wp-block-heading">Horário</h3>



<p>Terça a sexta-feira, das 10h00 às 12h00 e das 15h00 às 17h00.<br>Sábado, das 10h00 às 13h00.<br>Encerra domingos, segundas e feriados.<br>Última visita 30 minutos antes do encerramento do equipamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ingresso</h3>



<p>Gratuito.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Acessibilidade</h3>



<p>Restrições a pessoas com mobilidade condicionada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Contactos</h3>



<p><strong>Tel.: </strong>969 754 331<br><strong>E-mail:</strong> forte.albarquel@mun-setubal.pt<br><strong>Site</strong>: https://museus.mun-setubal.pt/10210/fortealbarquel</p>



<h3 class="wp-block-heading">Localização</h3>



<p>Município de Setúbal | Praia de Albarquel, EN 10-4, Setúbal<br><strong>Georreferenciação</strong>: 38.510940623499906, -8.913440352760938</p>



<div class="wp-block-loftocean-shortcode-accordions lo-accordions accordions" data-open-default="1">
<div class="accordion-item"><div class="accordion-title"><span class="accordion-icon"></span><span class="title">Bibliografia</span></div><div class="accordion-content">
<p>Portocarrero, G. (2003) – <em>Sistemas de defesa costeira na Arrábida durante a Idade Moderna. Uma visão social</em>. Lisboa: Edições Colibri.</p>



<p>SIPA – <em>Forte de Albarquel</em>. SIPA – Sistema de Informação para o Património Arquitectónico. [Consult. 14.10.2025]. Disponível em: <a href="http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=20088">http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=20088</a></p>



<p>Victor, I.; Gonçalves, L. J. (1993) &#8211; <em>Castelos e Fortalezas da Costa Azul</em>. Folheto turístico Setúbal. Setúbal: Região de Turismo da Costa Azul.</p>
</div></div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Forte de São Filipe</title>
		<link>https://redepatrimoniofids.amrs.pt/forte-de-sao-filipe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Castela]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 11:28:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Rota do Património Arquitetónico Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetónico Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Património]]></category>
		<category><![CDATA[Rota]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A edificação do Forte de São Filipe a mandado de Filipe II de Espanha, I de Portugal, possivelmente no ano de 1582, &#160;pela sua estrutura e localização (diferente da inicialmente planeada, mais junto do rio) em posição dominante, no monte sobranceiro sobre a cidade e o rio Sado, visava mais uma forma de intimidação do ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>A edificação do Forte de São Filipe a mandado de Filipe II de Espanha, I de Portugal, possivelmente no ano de 1582, &nbsp;pela sua estrutura e localização (diferente da inicialmente planeada, mais junto do rio) em posição dominante, no monte sobranceiro sobre a cidade e o rio Sado, visava mais uma forma de intimidação do que vigiar os perigos tradicionais que vinham do mar, como demonstração de força do poder espanhol e de controle de acesso ao porto comercial setubalense, vigiando atentamente os movimentos do burgo, mais do que para defender a povoação como terá sido preconizado.<br>Construído segundo o traçado do arquiteto e engenheiro militar italiano Filipe Terzi, após a morte deste (1598?) terá sido designado para a continuação dos trabalhos o arquiteto e engenheiro militar Leonardo Turriano que as terá dado como concluídas em 1600.<br>A planta apresenta-se em forma de estrela, de traçado sinuoso adaptada ao terreno acidentado. Os seis maciços e imponentes baluartes irregulares, com paramentos em talude são rematados em cordão e parapeito pleno, integrando nos ângulos flanqueados, guaritas poligonais, cobertas por cúpulas. Circundado por fosso e com contra-escarpa<a id="_ftnref1" href="#_ftn1">[1]</a>, apresenta cerca trapezoidal (&#8220;bateria baixa&#8221;) adossada a este, na encosta sobre o rio, resultado da ampliação realizada, entre 1649 e 1655, no contexto da restauração da independência a mandado de João de Saldanha, Governador das Armas de Setúbal, visando o reforço de defesa de forma a suprir a deficiência da artilharia em cobrir o acesso fluvial ao porto, sendo também edificado nesta altura a casa do governador e os aquartelamentos. A entrada de porta fortificada situa-se a oeste, entre dois baluartes, dando acesso a um átrio e deste a uma larga rampa, conduzindo às plataformas superiores, onde estão implantados os edifícios da fortaleza. Esta apresenta-se coberta por abóbada, com degraus em dois lances, com patamar entre os seus lances que, por sua vez, dá acesso às casamatas<a id="_ftnref2" href="#_ftn2">[2]</a>.<br>No terrapleno, encontram-se a Casa de Comando (antiga residência do Governador das Armas) e a pequena Capela de São Filipe. A capela joanina apresenta planta retangular, coberta por abóbada de berço, portal com frontão ornado com volutas e uma torre sineira, entre pilastras. No século XVIII, a capela, adquiriu o seu rico revestimento azulejar azul e branco, do qual se destaca os painéis figurativos, datados de 1736 e assinados pelo mestre Policarpo de Oliveira Bernardes. Neste século o forte terá servido de prisão dos acusados de conspiração contra D. José I e sido utilizado como Escola de Artilheiros.<br>Em 1868 um violento incêndio destruiria os aquartelamentos e Casa do Comando.<br>No século XX foi objeto de vários estudos e intervenções de conservação e restauro tendo o antigo edifício do governador e as antigas casamatas sido adaptadas a estabelecimento hoteleiro. A abertura ao público como estalagem foi em 1965. Passando a estalagem a designar-se de pousada, em 1973, é inserida na rede Pousadas de Portugal, integrando o grupo das Pousadas Históricas. Em 2014 a pousada viria a ser encerrada pelo grupo Pestana encarregue da sua exploração e, em 2017, a Câmara de Setúbal assume a gestão da fortificação com a reabertura do bar e da esplanada.<br>Vulgarmente também conhecido como Castelo de São Filipe, embora não o seja, a fortificação militar está classificada como Monumento Nacional.<br><br><br><a id="_ftn1" href="#_ftnref1">[1]</a> Contra-escarpa, muro defensivo, localizado no lado externo de um fosso, por oposição ao muro principal (a escarpa) do lado interno, servindo como barreira adicional de forma a impedir ou retardar o avanço dos inimigos.<br><a id="_ftn2" href="#_ftnref2">[2]</a> Construções subterrâneas em abóbada, em fortificações, que servem de abrigo para diversos fins, como, por exemplo, para alojamento de tropas, armamento ou munições e até prisões.</p></blockquote></figure>



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<h3 class="wp-block-heading">Tipo de sítio</h3>



<p>Forte</p>



<h3 class="wp-block-heading">Horário</h3>



<p>De terça a sexta-feira, das 10h às 19h, e aos sábados e domingos, das 10h às 20h.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ingresso</h3>



<p>Gratuito.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Acessibilidade</h3>



<p>Restrições a pessoas com mobilidade condicionada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Contactos</h3>



<p><strong>Tel.: </strong>265 545 010</p>



<h3 class="wp-block-heading">Localização</h3>



<p>Município de Setúbal | Estrada do Castelo de São Filipe 2900-300 Setúbal<br><strong>Georreferenciação</strong>: 38.51767645749528, -8.909463339469063<br></p>



<div class="wp-block-loftocean-shortcode-accordions lo-accordions accordions" data-open-default="1">
<div class="accordion-item"><div class="accordion-title"><span class="accordion-icon"></span><span class="title">Bibliografia</span></div><div class="accordion-content">
<p>Silva, J. C. V. (1990) –&nbsp;<em>Setúbal</em>. Lisboa:&nbsp;Editorial Presença.</p>



<p>SIPA – <em>Forte de São Filipe</em>. SIPA – Sistema de Informação para o Património Arquitectónico. [Consult. 11.10.2025]. Disponível em: <a href="http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=2007">http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=2007</a></p>



<p>Victor, I.; Gonçalves, L. J. (1993) &#8211;&nbsp;<em>Castelos e Fortalezas da Costa Azul</em>. Folheto turístico Setúbal. Setúbal: Região de Turismo da Costa Azul.</p>
</div></div>
</div>
<p>O conteúdo <a href="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/forte-de-sao-filipe/">Forte de São Filipe</a> aparece primeiro em <a href="https://redepatrimoniofids.amrs.pt">Rede de Património Cultural da Região de Setúbal</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fortificação Seiscentista de Setúbal</title>
		<link>https://redepatrimoniofids.amrs.pt/fortificacao-seiscentista-de-setubal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Castela]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 15:58:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Rota do Património Arquitetónico Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetónico Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Património]]></category>
		<category><![CDATA[Rota]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a restauração da independência em 1640, na linha da preocupação de reforço das defesas portuguesas do litoral é construída a 2ª linha de muralhas da cidade de Setúbal, por iniciativa de D. João IV. Este projeto, possivelmente iniciado logo em 1642, terá prolongado-se até 1696, sendo possível que alguns dos seus aspetos construtivos não ...</p>
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<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Com a restauração da independência em 1640, na linha da preocupação de reforço das defesas portuguesas do litoral é construída a 2ª linha de muralhas da cidade de Setúbal, por iniciativa de D. João IV. Este projeto, possivelmente iniciado logo em 1642, terá prolongado-se até 1696, sendo possível que alguns dos seus aspetos construtivos não tenham sido completamente terminados. Os custos da sua construção foram financiados, sobretudo, pelos negociantes de sal e pela população da vila que teve de arcar com novos impostos.<br>A cintura de muralha, mais uma vez com a parede sul limitada pelo rio (no que é hoje a Av. Luísa Todi), englobava a vila propriamente dita e os arrabaldes de Troino e Palhais (a poente e nascente, respetivamente). Este complexo era constituído por muralhas, torres, portas, cortinas e baluartes.<br>Concluídos os trabalhos, a fortificação ostentava onze baluartes (de Nossa Senhora da Conceição, de Nossa Senhora do Livramento, de São Brás, de São Francisco, de Santo Amaro, de Nossa Senhora da Saúde, de Nossa Senhora da Anunciada, de Jesus, de Nossa Senhora do Socorro, de Santo António e de São João) e dois meio-baluartes (de S. Domingos e das Fontainhas) e o Hornaveque<a id="_ftnref1" href="#_ftn1">[1]</a> do Convento de Jesus.<br>Atualmente subsistem alguns vestígios da fortificação abaluartada seiscentista, passíveis de serem observados, como alguns baluartes.<br>Dos baluartes que ainda subsistem o mais proeminente e melhor conservado é o Baluarte do Cais ou de Nossa Senhora da Conceição, também conhecido como Forte da Conceição e Quartel do 11. Esta construção é hoje constituída por duas partes distintas: o baluarte propriamente dito e as construções de remodelações posteriores.<br>Situado a Este, partindo do pano sul da muralha, na zona de praia (atual Av. Luísa Todi), atravessava a beira-mar e entrava pelo rio Sado. Hoje completamente em terra podemos observar que a parede era em rampa formando a plataforma avançada para a colocação dos canhões, terminando em bico onde estava um nicho com a figura da Nª. Srª. da Conceição.<br>No seu pórtico encontra-se uma inscrição a partir da qual se fica a saber que este foi concluído em 1696 por ordem do duque do Cadaval.<br>Posteriormente o espaço abaluartado passa pela adaptação a aquartelamento militar servindo vários regimentos de infantaria ao longo dos séculos, entre os quais, o Regimento de Infantaria nº 11, motivo pelo qual ficou conhecido como Quartel do 11. Na altura da adaptação foi construído sobretudo o edifício central em “U”, o edifício do paiol – junto à fachada oriental –, e a “Casa do Governador”; tal como foram construídas novas edificações resultantes das necessidades inerentes ao funcionamento militar no decorrer dos séculos XIX e XX.<br>A edificação atual apresenta remodelações decorrentes da instalação da Escola Superior de Hotelaria e de Turismo de Setúbal e de uma das galerias municipais, em funcionamento.<br>O complexo constituído foi classificado como Monumento de Interesse Público em 2012.<br><br><br><a id="_ftn1" href="#_ftnref1">[1]</a> Um hornaveque é uma obra exterior (destacada ou semi-destacada) da fortificação militar principal composta por dois meios-baluartes ligados por uma cortina e que tem como objetivo reforçar as defesas.</p></blockquote></figure>



<a href='https://redepatrimoniofids.amrs.pt/fortificacao-seiscentista-de-setubal/setubal_gravura-de-setubal-1741-com-projeto-da-fortificacao-seiscentista/'><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/Setubal_Gravura-de-setubal-1741-com-projeto-da-fortificacao-seiscentista-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="Fortificação Seiscentista de Setúbal" srcset="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/Setubal_Gravura-de-setubal-1741-com-projeto-da-fortificacao-seiscentista-150x150.jpg 150w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/Setubal_Gravura-de-setubal-1741-com-projeto-da-fortificacao-seiscentista-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
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<a href='https://redepatrimoniofids.amrs.pt/fortificacao-seiscentista-de-setubal/hornaveque/'><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/Hornaveque-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="Fortificação Seiscentista de Setúbal" srcset="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/Hornaveque-150x150.png 150w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/Hornaveque-300x300.png 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
<a href='https://redepatrimoniofids.amrs.pt/fortificacao-seiscentista-de-setubal/sony-dsc-2/'><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/Setuba_baluarte-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="Fortificação Seiscentista de Setúbal" srcset="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/Setuba_baluarte-150x150.jpg 150w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/Setuba_baluarte-600x600.jpg 600w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/Setuba_baluarte-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
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<h3 class="wp-block-heading">Tipo de sítio</h3>



<p>Fortificação</p>



<h3 class="wp-block-heading">Horário</h3>



<p>Acesso público permanente.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ingresso</h3>



<p>Gratuito.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Acessibilidade</h3>



<p>Restrições a pessoas com mobilidade condicionada em alguns troços.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Contactos</h3>



<p>Não se aplica.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Localização</h3>



<p>Município de Setúbal | Não se aplica, depende dos vestígios.<br><strong>Georreferenciação do Baluarte do Cais</strong>: 38.521418434898415, -8.88818497760074<br></p>



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<div class="accordion-item"><div class="accordion-title"><span class="accordion-icon"></span><span class="title">Bibliografia</span></div><div class="accordion-content">
<p>Geocache – <em>Os Baluartes, séc. XVII (Setúbal).</em> Geocache. [Consult. 14.10.2025]. Disponível em: <a href="https://www.geocaching.com/geocache/GC35C87_os-baluartes-sec-xvii-setubal?guid=7064dd57-ea51-493a-af8c-de1970896803">https://www.geocaching.com/geocache/GC35C87_os-baluartes-sec-xvii-setubal?guid=7064dd57-ea51-493a-af8c-de1970896803</a></p>



<p>Silva, J. C. V. (1990) – <em>Setúbal</em>. Lisboa: Editorial Presença.</p>
</div></div>
</div>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fortificação Medieval de Setúbal</title>
		<link>https://redepatrimoniofids.amrs.pt/fortificacao-medieval-de-setubal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Castela]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 15:53:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Rota do Património Arquitetónico Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetónico Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Património]]></category>
		<category><![CDATA[Rota]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fortificação Medieval de Setúbal é também designada por Muralha Afonsina ou Muralha do séc. XIV.A construção da primeira linha de muralhas no séc. XIV, custeada pela população endinheirada (burguesia), ligada ao artesanato e ao comércio, é bem a prova do crescimento económico da vila de Setúbal. Com a função de conter os assaltos de ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>A Fortificação Medieval de Setúbal é também designada por Muralha Afonsina ou Muralha do séc. XIV.<br>A construção da primeira linha de muralhas no séc. XIV, custeada pela população endinheirada (burguesia), ligada ao artesanato e ao comércio, é bem a prova do crescimento económico da vila de Setúbal. Com a função de conter os assaltos de piratas e corsários que, oriundos do Norte d’África pelo oceano Atlântico, penetravam pela foz do rio Sado, a muralha medieval, edificada no reinado de D. Afonso IV, e concluída no reinado seguinte de D. Pedro I, cerca o núcleo mais antigo de Setúbal, com uma área quase retangular paralela ao rio. Construída de acordo com as características arquitetónicas da época de forma a fazer face ao tipo de ataques e aos instrumentos bélicos existentes na altura, esta, apresentava paredes espessas e altas, com várias portas de acesso aos campos e ao rio, bem como torres de vigia.<br>Atualmente subsistem troços do perímetro muralhado medieval, parte deles, onde se encontram inscritos alguns dos arcos das portas e torres de vigia.<br>Assim, nos vestígios ainda existentes, encontramos um dos arcos de uma das portas da muralha que ainda conserva a sua traça original, de estilo gótico, conhecida como Porta do Sol. Também chamada de Porta da Moura Encantada, devido a uma lenda, esta situa-se a Este, na confluência com limite Sul da muralha, junto do rio (atual Av. Luísa Todi), dando acesso à zona da Mouraria, onde o grupo étnico-religioso islâmico vivia na Idade Média. Também no lado Este vamos encontrar o arco da Porta de São Sebastião que, embora realizado na parede da muralha medieval, só foi aberto no séc. XVI. Este apresenta, pois, uma gramática estrutural e decorativa completamente distinta da construção da fortificação medieval com o arco limitado por painéis realizados em pedra. Além destes arcos existem ainda outros embora já muito alterados, como o do Postigo do Cais, o Postigo do Carvão ou o da Porta da Ribeira, todos no lado sul da muralha.<br>Apresentando-se alteradas, por terem sido integradas em edifícios posteriores que vieram a englobar parte das paredes da muralha, os vestígios de duas torres de vigia, uma hexagonal, no canto sudoeste da muralha, na Av. Luísa Todi, e a outra quadrangular, na atual Av. 22 de Dezembro, ainda, podem ser observadas.<br>Alguns panos de muralha são visíveis em várias ruas dos quais o mais conhecido situa-se junto do Jardim do Quebedo, incorporado em parte de antigo palacete onde se encontrava instalada a Casa do Corpo Santo<a id="_ftnref1" href="#_ftn1">[1]</a>.<br><br><br><a id="_ftn1" href="#_ftnref1">[1]</a> C<strong>asa do Corpo, edifício onde esteve instalada a confraria do mesmo nome (confraria de mareantes &#8211; pessoas ligadas às atividades marítimas) e que hoje o Museu do Barroco de Setúbal.</strong></p></blockquote></figure>



<a href='https://redepatrimoniofids.amrs.pt/fortificacao-medieval-de-setubal/setubal_planta-levantada-em-1805-2/'><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/Setubal_planta-levantada-em-1805-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="Fortificação Medieval de Setúbal" srcset="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/Setubal_planta-levantada-em-1805-1-150x150.jpg 150w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/Setubal_planta-levantada-em-1805-1-600x600.jpg 600w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/Setubal_planta-levantada-em-1805-1-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
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<h3 class="wp-block-heading">Tipo de sítio</h3>



<p>Fortificação</p>



<h3 class="wp-block-heading">Horário</h3>



<p>Acesso público permanente.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ingresso</h3>



<p>Gratuito.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Acessibilidade</h3>



<p>Restrições a pessoas com mobilidade condicionada em alguns troços.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Contactos</h3>



<p>Não se aplica.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Localização</h3>



<p>Município de Setúbal | Não se aplica, depende dos vestígios.<br><strong>Georreferenciação da porta do sol</strong>: 38.523247480135836, -8.887282422618169<br></p>



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<div class="accordion-item"><div class="accordion-title"><span class="accordion-icon"></span><span class="title">Bibliografia</span></div><div class="accordion-content">
<p>Silva, J. C. V. (1990) – <em>Setúbal</em>. Lisboa: Editorial Presença.</p>



<p>SIPA – <em>Fortaleza de Setúbal</em>. SIPA – Sistema de Informação para o Património Arquitectónico. [Consult. 15.10.2025]. Disponível em: <a href="http://monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=10264">http://monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=10264</a></p>



<p>Soares, J.; Tavares da Silva, C. (1982) – <em>Muralhas Medievais de Setúbal</em>. Setúbal: MAEDS.</p>



<p>Soares, J.; Pereira, T. R.; Duarte, S.; Mouro, C. (2018) – Fortificação Medieval de Setúbal. Identificação do núcleo defensivo da Ribeira ou &#8220;Castelo”. <em>MUSA – museus, arqueologia &amp; outros patrimónios</em>, 5. Setúbal: MAEDS, p. 51-78.</p>
</div></div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Forte de São Luís Gonzaga</title>
		<link>https://redepatrimoniofids.amrs.pt/forte-de-sao-luis-gonzaga/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Castela]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 15:47:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Rota do Património Arquitetónico Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetónico Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Património]]></category>
		<category><![CDATA[Rota]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É no panorama construtivo de fortificações do pós-Restauração da Independência que se insere a construção do Forte de São Luís Gonzaga, batizado pelo mestre de campo general Gil Vaz Lobo, com o nome do jovem príncipe italiano falecido em 1591 e beatificado pelo Papa Paulo V, em 1605, sendo, este forte, também conhecido como Forte ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>É no panorama construtivo de fortificações do pós-Restauração da Independência que se insere a construção do Forte de São Luís Gonzaga, batizado pelo mestre de campo general Gil Vaz Lobo, com o nome do jovem príncipe italiano falecido em 1591 e beatificado pelo Papa Paulo V, em 1605, sendo, este forte, também conhecido como Forte Velho ou Castelo Velho. Localizando-se em posição dominante sobre um outeiro, antigamente fronteiriço à vila de Setúbal, o projeto, foi entregue ao engenheiro militar e cosmógrafo Luís Serrão Pimentel. A sua construção, dominando admiráveis vistas sobre a margem direita da foz do rio Sado e a povoação, complementava assim a defesa da vila pelo lado de terra. De paredes rampeadas em alvenaria de pedra e tijolo, revestida por cantaria de pedra, apresentava planta poligonal regular estrelada com cinco baluartes nos vértices, o que permitia a colocação de peças de artilharia de forma a possibilitar várias linhas de fogo. Cercada por fosso e com capacidade para albergar cerca de 400 homens contribuía, assim, para a realização de uma defesa mais eficaz.<br>Importante ponto de defesa na Restauração, só voltaria a ter, no entanto, um papel histórico importante já no século XIX na Batalha do Alto do Viso, ou Revolta da Patuleia, no período da guerra civil em que opôs tropas fiéis a D. Maria II às do Marquês de Sá da Bandeira. Nas suas imediações mais de meio milhar de combatentes das forças de Sá da Bandeira perderam a vida enquanto que cumprindo a sua missão de defesa das tropas de D. Maria II, lideradas pelo Conde de Vinhais, estes terão perdido cerca de setenta efetivos.<br>No século XX o forte foi ocupado por construções ilegais para habitação, que acabariam por ser posteriormente demolidas, na sequência das revoltas populares por habitação condigna e da demolição dos respetivos bairros de lata.<br>Figurando em várias plantas antigas da cidade de Setúbal, o forte encontra-se, atualmente, em ruínas, apresentando a sua estrutura coberta pela vegetação envolvente, mas onde é ainda possível observar-se parte dos panos da sua muralha.</p></blockquote></figure>



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<h3 class="wp-block-heading">Tipo de sítio</h3>



<p>Fortaleza</p>



<h3 class="wp-block-heading">Horário</h3>



<p>Acesso público permanente.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ingresso</h3>



<p>Gratuito.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Acessibilidade</h3>



<p>Restrições a pessoas com mobilidade condicionada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Contactos</h3>



<p>Não se aplica.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Localização</h3>



<p>Município de Setúbal | Rua São Luís Gonzaga, 2900 Setúbal<br><strong>Georreferenciação</strong>: 38.52851375463473, -8.906115917906341</p>



<div class="wp-block-loftocean-shortcode-accordions lo-accordions accordions" data-open-default="1">
<div class="accordion-item"><div class="accordion-title"><span class="accordion-icon"></span><span class="title">Bibliografia</span></div><div class="accordion-content">
<p>(2018) – Edifício. Defesa do Alto do Viso. <em>Setúbal. Jornal Municipal</em>, Ano 18 (66), Março. Setúbal: C. M. Setúbal, p. 27. [Consult. 12-10-25] Disponível em: <a href="https://www.mun-setubal.pt/wp-content/uploads/2018/11/JM_JanFevMar18.pdf">https://www.mun-setubal.pt/wp-content/uploads/2018/11/JM_JanFevMar18.pdf</a></p>
</div></div>
</div>
<p>O conteúdo <a href="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/forte-de-sao-luis-gonzaga/">Forte de São Luís Gonzaga</a> aparece primeiro em <a href="https://redepatrimoniofids.amrs.pt">Rede de Património Cultural da Região de Setúbal</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fortaleza de Santiago</title>
		<link>https://redepatrimoniofids.amrs.pt/fortaleza-de-santiago-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Castela]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 15:14:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Rota do Património Arquitetónico Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetónico Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Património]]></category>
		<category><![CDATA[Rota]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fortaleza de Santiago tem sido conhecida por diversos nomes como Forte de Santa Maria da Arrábida, Forte da Marinha ou Forte da Praia.Sabemos, no entanto, que em Sesimbra a existência de uma pequena fortaleza, na praia, é anterior a 1580, quando Filippo Terzi a identifica como Forte de “Ancua”.As inspeções realizadas ao porto de ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>A Fortaleza de Santiago tem sido conhecida por diversos nomes como Forte de Santa Maria da Arrábida, Forte da Marinha ou Forte da Praia.<br>Sabemos, no entanto, que em Sesimbra a existência de uma pequena fortaleza, na praia, é anterior a 1580, quando Filippo Terzi a identifica como Forte de “Ancua”.<br>As inspeções realizadas ao porto de Sesimbra e as fortalezas de Setúbal, no âmbito dos decretos de 1641 e 1642, de forma a planear fortificações que fossem necessárias, terá determinado a construção da Fortaleza de Santiago a partir de 1642. Projetada pelo padre, arquiteto e engenheiro militar, de origem flamenga, conhecido como João de Cosmander, resultou, muito provavelmente, no reaproveitamento de algumas estruturas do antigo forte, prolongando-se a edificação por muitos anos sem que este tenha acompanhado as suas obras, uma vez que andou ocupado, a inspecionar todas as Praças das fronteiras e em ações militares, até à sua morte. Embora alguns autores datem a conclusão em 1648 (data da morte de Cosmander) sabemos que uma parte importante da obra ainda não tinha sido iniciada em 1650.<br>Localizado a meio da praia, apresenta grande importância estratégica como principal ponto da defesa marítima de Sesimbra, mas também como local privilegiado de controlo das principais atividades económicas.<br>De planta poligonal estrelada, alongando-se em linhas abaluartadas no sentido longitudinal da praia, em desenhos, de cerca de 1661, de Nicolau de Langres, observa-se que as casas da povoação ficavam ainda a uma distância considerável, mas, 30 anos depois, em 1691, já novas habitações se tinham aproximado de tal modo que ficaram separadas da fortaleza por um simples muro. Em planta datada de 1693 é possível apreciar que embora semelhante à tipologia das fortificações da altura esta apresenta ligeiras diferenças. Composta por corpo retangular central, em cujos vértices se adossam os quatro baluartes triangulares ou semi-baluartes, sendo que os virados para terra são muito imperfeitos dando àquela área uma forma retangular, nada articulada com o sistema abaluartado. A ausência de fosso separando o forte da vila e outros aspetos, do lado de terra, parece ter sido intencional de forma a encaixar-se na paisagem urbana, tal como aconteceu com outras fortificações similares deste período, de forma a suavizar o aspeto agressivo, numa tentativa de conquista e aceitação do controlo da Coroa pelas populações.<br>O perímetro exterior atual não difere significativamente, apresentando uma ampla esplanada para a artilharia, encontrando-se os parapeitos rasgados por canhoeiras, com guaritas cilíndricas nos vértices extremos. Na parte superior do pórtico da entrada existe uma pedra de heráldica, com a data da possível fundação do edifício, 1648, representando o escudo francês e o português.<br>No interior, da fortificação, os pátios abrigavam as dependências de serviço: a Casa de Comando (residência do Governador das Armas), o quartel da tropa, o paiol, a capela, depósitos, masmorras e a cisterna. Hoje a fortaleza conserva, ainda, uma série de divisões, nomeadamente os diversos aquartelamentos, de entre os quais destacamos a Casa do Governador e respetivo oratório privado.<br>A Fortaleza de Santiago albergou o governo militar da região, assumindo desta forma, nos alvores do século XVIII, o comando das fortificações costeiras desde a Torre do Outão até à Lagoa de Albufeira.<br>Atualmente a fortaleza alberga o Museu Marítimo de Sesimbra.</p></blockquote></figure>



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<a href='https://redepatrimoniofids.amrs.pt/fortaleza-de-santiago-2/dsc_0341_fotojosematias/'><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/DSC_0341_FotoJoseMatias-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="Fortaleza de Santiago" srcset="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/DSC_0341_FotoJoseMatias-150x150.jpg 150w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/DSC_0341_FotoJoseMatias-600x600.jpg 600w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/DSC_0341_FotoJoseMatias-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>



<h3 class="wp-block-heading">Tipo de sítio</h3>



<p>Fortaleza</p>



<h3 class="wp-block-heading">Horário</h3>



<p>Todos os dias, das 9h às 20h.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ingresso</h3>



<p>Gratuito.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Acessibilidade</h3>



<p>Restrições a pessoas com mobilidade condicionada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Contactos</h3>



<p><strong>Tel.: </strong>93 842 74 79 (Museu Marítimo)<br><strong>E-mail:</strong> <a href="https://museus.mun-setubal.pt/10351/casadocorposanto"></a>museu@cm-sesimbra.pt<br><strong>Site:</strong> <a href="https://centroculturalcosteiro.sesimbra.pt/">https://centroculturalcosteiro.sesimbra.pt/</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Localização</h3>



<p>Município de Sesimbra | Rua da Fortaleza. 2970-738 Sesimbra<br><strong>Georreferenciação</strong>: 38.44306534047045, -9.101522084225063<br></p>



<div class="wp-block-loftocean-shortcode-accordions lo-accordions accordions" data-open-default="1">
<div class="accordion-item"><div class="accordion-title"><span class="accordion-icon"></span><span class="title">Bibliografia</span></div><div class="accordion-content">
<p>C. M. Sesimbra – <em>Fortaleza de Santiago de Sesimbra.</em> C. M. Sesimbra. [Consult. 16.10.2025]. Disponível em: <a href="https://www.sesimbra.pt/cmsesimbra/uploads/document/file/12342/akra4_net.pdf">https://www.sesimbra.pt/cmsesimbra/uploads/document/file/12342/akra4_net.pdf</a></p>



<p>Pedrosa, F. G. (2020) – Algumas incorreções sobre a história da Fortaleza de Santiago, <em>Akra Barbarion. Sesimbra, cultura e património</em>, 4. Sesimbra: Câmara Municipal de Sesimbra, p. 117-136.</p>



<p>Portocarrero, G. (2003) – <em>Sistemas de defesa costeira na Arrábida durante a Idade Moderna. Uma visão social</em>. Lisboa: Edições Colibri.</p>



<p>SIPA – <em>Forte de Santiago</em>. SIPA – Sistema de Informação para o Património Arquitectónico. [Consult. 16.10.2025]. Disponível em: <a href="http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3453">http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=3453</a></p>



<p>Serrão, E. C.; Serrão, V. (1986) – <em>Sesimbra Monumental e Artística.</em> Sesimbra: C. M. Sesimbra.</p>
</div></div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Castelo de Sines</title>
		<link>https://redepatrimoniofids.amrs.pt/castelo-de-sines/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Castela]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 15:11:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Rota do Património Arquitetónico Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetónico Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Património]]></category>
		<category><![CDATA[Rota]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O castelo de Sines foi construído durante a primeira metade do século XV. Certamente, que a sua construção se deveu à necessidade de defesa da vila face a investidas corsárias.O alcaide-mor Estêvão da Gama promoveu obras na fortaleza, embora sem proceder à sua modernização, preservando assim as características próprias de fortaleza gótica. Entre o final ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>O castelo de Sines foi construído durante a primeira metade do século XV. Certamente, que a sua construção se deveu à necessidade de defesa da vila face a investidas corsárias.<br>O alcaide-mor Estêvão da Gama promoveu obras na fortaleza, embora sem proceder à sua modernização, preservando assim as características próprias de fortaleza gótica. Entre o final do século XVI e o início do século XVII, o engenheiro militar Alexandre Massai elaborou um projeto destinado a transformar o castelo tardo-medieval numa fortificação abaluartada e artilhada. Contudo, o projeto não chegou a ser concretizado. As intervenções realizadas ao longo do tempo limitaram-se essencialmente a obras de reparação. Ainda assim, foi concretizada a construção de uma praça baixa no exterior, concebida segundo a configuração abaluartada, reforçando o sistema defensivo da área portuária. O castelo de Sines é Monumento de Interesse Público desde 1933.<br>O castelo foi objeto de obras de restauro, completadas em novembro de 2008, em simultâneo com a inauguração do núcleo sede do <a href="https://www.sines.pt/pages/738">Museu de Sines</a> e <a href="https://www.sines.pt/pages/739">Casa de Vasco da Gama</a>.</p></blockquote></figure>



<a href='https://redepatrimoniofids.amrs.pt/castelo-de-sines/castelo-de-sines/'><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/Castelo-de-Sines-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="Castelo de Sines" srcset="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/Castelo-de-Sines-150x150.jpeg 150w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/Castelo-de-Sines-600x600.jpeg 600w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/Castelo-de-Sines-300x300.jpeg 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>



<h3 class="wp-block-heading">Tipo de sítio</h3>



<p>Castelo</p>



<h3 class="wp-block-heading">Horário</h3>



<p>Dias: Terça a domingo, incluindo feriados (exceto Natal, Ano Novo e Páscoa),<br>Períodos: 10h00-13h00 / 14h00-17h00 (no verão, o horário da tarde é 14h30-18h00)</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ingresso</h3>



<p>Gratuito.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Acessibilidade</h3>



<p>Acessível a pessoas com mobilidade condicionada. <br>O Paço dos Governadores Militares é dotado de um elevador.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Contactos</h3>



<p><strong>Tel.: </strong>(+351) 269 860 095 <br><strong>E-mail: </strong>museu@mun-sines.pt<br><strong>Site</strong>: <a href="https://www.sines.pt/pages/701">https://www.sines.pt/pages/701</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Localização</h3>



<p>Município de Sines | Largo Poeta Bocage 7520 Sines<br><strong>Georreferenciação:</strong> 37.95536849037867, -8.866801537758754</p>



<div class="wp-block-loftocean-shortcode-accordions lo-accordions accordions" data-open-default="1">
<div class="accordion-item"><div class="accordion-title"><span class="accordion-icon"></span><span class="title">Bibliografia</span></div><div class="accordion-content">
<p>Quaresma, A. (1998) – Sines no trânsito da Época Medieval para a Moderna. In <em>Da Ocidental Praia Lusitana. Vasco da Gama e o seu termo</em>. Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses, p. 47-65.</p>



<p>Tavares da Silva, C.; Soares, J. (1998) – Para uma arqueologia do castelo de Sines. In <em>Da Ocidental Praia Lusitana. Vasco da Gama e o seu termo</em>. Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses, p. 21-45.</p>
</div></div>
</div>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Castelo de Sesimbra</title>
		<link>https://redepatrimoniofids.amrs.pt/castelo-de-sesimbra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Castela]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 15:06:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Rota do Património Arquitetónico Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetónico Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Património]]></category>
		<category><![CDATA[Rota]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As suas origens remontam ao século IX, período da ocupação muçulmana do território. Em 1165 é conquistado por D. Afonso Henriques, e em 1191 é perdido para os Almóadas. A sua reconquista definitiva dá-se por iniciativa de D. Sancho I, em 1199, monarca que atribui o primeiro foral à Vila de Sesimbra, então sediada no ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>As suas origens remontam ao século IX, período da ocupação muçulmana do território. Em 1165 é conquistado por D. Afonso Henriques, e em 1191 é perdido para os Almóadas. A sua reconquista definitiva dá-se por iniciativa de D. Sancho I, em 1199, monarca que atribui o primeiro foral à Vila de Sesimbra, então sediada no interior do monumento. Ao longo de toda a Idade Média, e dada a sua importância estratégica na defesa das fronteiras marítimas e terrestres do reino, o castelo é alvo de inúmeras ampliações.<br>A partir do século XV, com o desenvolvimento de atividades marítimas como a pesca ou a construção naval, na Póvoa Ribeirinha, a população vai-se sediando, progressivamente, junto à baía. Em 1516, ano da Visitação de D. Jorge de Lencastre, Mestre da Ordem de Santiago, apresentava já evidentes sinais de abandono, que se foram acentuando ao longo dos séculos seguintes. O avançado estado de ruína do monumento acaba por ser travado entre 1933 e 1945, com as obras de conservação promovidas pela Direção Geral de Edifícios e Monumentos Nacionais.<br>Classificado como Monumento Nacional em 16 de Junho de 1910, o Castelo de Sesimbra é o último dos Castelos sobre o mar, que chegaram, bem preservados, até aos nossos dias.<br>Disponibiliza um circuito museológico que permite ao visitante, de forma autónoma, usufruir dos diversos pontos de interesse do Imóvel.</p></blockquote></figure>



<a href='https://redepatrimoniofids.amrs.pt/castelo-de-sesimbra/castelo-4-copiar/'><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/Castelo-4-copiar-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="Castelo de Sesimbra" srcset="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/Castelo-4-copiar-150x150.jpg 150w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/Castelo-4-copiar-600x600.jpg 600w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/Castelo-4-copiar-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
<a href='https://redepatrimoniofids.amrs.pt/castelo-de-sesimbra/castelo-5-copiar/'><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/Castelo-5-copiar-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="Castelo de Sesimbra" srcset="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/Castelo-5-copiar-150x150.jpg 150w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/Castelo-5-copiar-600x600.jpg 600w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/Castelo-5-copiar-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
<a href='https://redepatrimoniofids.amrs.pt/castelo-de-sesimbra/castelo-2/'><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/Castelo-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="Castelo de Sesimbra" srcset="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/Castelo-2-150x150.jpg 150w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/Castelo-2-600x600.jpg 600w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/Castelo-2-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
<a href='https://redepatrimoniofids.amrs.pt/castelo-de-sesimbra/castelo-1-copiar/'><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/Castelo-1-copiar-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="Castelo de Sesimbra" srcset="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/Castelo-1-copiar-150x150.jpg 150w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/Castelo-1-copiar-600x600.jpg 600w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/Castelo-1-copiar-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
<a href='https://redepatrimoniofids.amrs.pt/castelo-de-sesimbra/castelo-3/'><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/Castelo-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="Castelo de Sesimbra" srcset="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/Castelo-3-150x150.jpg 150w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/Castelo-3-600x600.jpg 600w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/Castelo-3-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>



<h3 class="wp-block-heading">Tipo de sítio</h3>



<p>Castelo</p>



<h3 class="wp-block-heading">Horário</h3>



<p>Verão: 7h00 &#8211; 20h00; Inverno: 7h00 &#8211; 19h00</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ingresso</h3>



<p>Gratuito.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Acessibilidade</h3>



<p>Restrições a pessoas com mobilidade condicionada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Contactos</h3>



<p><strong>Tel.: </strong>(+351) 212 680 746 / 212 288 206<br><strong>E-mail: </strong>museu@cm-sesimbra.pt</p>



<h3 class="wp-block-heading">Localização</h3>



<p>Município de Sesimbra | Rua Nossa Senhora do Castelo, 11, 2970 Sesimbra<br><strong>Georreferenciação:</strong> 38.45255291890389, -9.106998904743936</p>



<div class="wp-block-loftocean-shortcode-accordions lo-accordions accordions" data-open-default="1">
<div class="accordion-item"><div class="accordion-title"><span class="accordion-icon"></span><span class="title">Bibliografia</span></div><div class="accordion-content">
<p>Ferreira, L. (2009) – <em>Da pedra ao acorde. O Castelo de Sesimbra</em>. Lisboa: Sextante Editora, p. 26-27.</p>
</div></div>
</div>
<p>O conteúdo <a href="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/castelo-de-sesimbra/">Castelo de Sesimbra</a> aparece primeiro em <a href="https://redepatrimoniofids.amrs.pt">Rede de Património Cultural da Região de Setúbal</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Castelo de Santiago do Cacém</title>
		<link>https://redepatrimoniofids.amrs.pt/castelo-de-santiago-do-cacem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Castela]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 14:55:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Rota do Património Arquitetónico Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetónico Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Património]]></category>
		<category><![CDATA[Rota]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A construção do castelo remonta originalmente à ocupação muçulmana desta zona do Alentejo, situação sob a qual permanece até 1158, altura em que D. Afonso Henriques – auxiliado pelos cavaleiros templários – o conquista e o entrega à própria milícia de Cristo.Em 1190, o califa almóada Al-Mansur apodera-se do castelo cristão, facto apenas contrariado em ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>A construção do castelo remonta originalmente à ocupação muçulmana desta zona do Alentejo, situação sob a qual permanece até 1158, altura em que D. Afonso Henriques – auxiliado pelos cavaleiros templários – o conquista e o entrega à própria milícia de Cristo.<br>Em 1190, o califa almóada Al-Mansur apodera-se do castelo cristão, facto apenas contrariado em 1217, quando D. Afonso II o reconquista e o entrega aos cavaleiros da Ordem de Santiago, a quem já antes tinha sido doado (1186). Entre os anos de 1310 e 1336, a vila e o castelo estiveram na posse da princesa bizantina D. Vataça Lascaris, por força de uma troca efetuada entre esta e o mestre da ordem, circunstância que resultou na troca da comenda que a princesa detinha em Vila-lar (Castela), com os domínios desta vila. No entanto, após a sua morte, que ocorreu no ano de 1336, o castelo e vila regressaram de novo à tutela do mestre da Ordem de Santiago.<br>Na revolução de 1383-85, muitos castelos transtaganos foram ocupados pelos exércitos do rei de Castela, ofensiva que foi contrariada pelas tropas de D. Nuno Álvares Pereira, que em pouco tempo os expulsou do Alentejo e recuperou as praças de armas que tinham caído em seu poder. De entre estas figurava a de Santiago do Cacém.<br>A partir de inícios do século XVI, o castelo começa a perder a antiga função defensiva para que fora dotado, facto que acelerou a sua degradação. Em 1605 este já não era habitado, o que o degradava ainda mais, circunstância que levou a que no ano de 1700 já se encontrasse em adiantado estado de ruína. Desta maneira, em 1838, a Câmara Municipal escolheu o seu interior para receber o cemitério municipal. Está classificado como Monumento Nacional desde 1910.</p></blockquote></figure>



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<h3 class="wp-block-heading">Tipo de sítio</h3>



<p>Castelo</p>



<h3 class="wp-block-heading">Horário</h3>



<p>Terça a sexta:10h00 – 12h00; 14h00 – 17h00. Fim de semana 14h00 -17h00; Encerramento:&nbsp;Segunda-feira e feriados.<br>No seu interior funciona como cemitério municipal.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ingresso</h3>



<p>Gratuito.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Acessibilidade</h3>



<p>Restrições a pessoas com mobilidade condicionada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Contactos</h3>



<p><strong>Tel.: </strong>(+351) 269 826 696</p>



<h3 class="wp-block-heading">Localização</h3>



<p>Município de Santiago do Cacém | 7540-194 Santiago do Cacém<br><strong>Georreferenciação:</strong> 38.01405040505301, -8.69766145112509</p>



<div class="wp-block-loftocean-shortcode-accordions lo-accordions accordions" data-open-default="1">
<div class="accordion-item"><div class="accordion-title"><span class="accordion-icon"></span><span class="title">Bibliografia</span></div><div class="accordion-content">
<p>Cesário, G. (2025)<strong> – </strong>Conjunto Monumental &#8211; Castelo e Igreja Matriz de Santiago do Cacém. <em>Atlas do Sudoeste Português</em>. Disponível em: <a href="https://atlas.cimal.pt/drupal/pt-pt/node/273">https://atlas.cimal.pt/drupal/pt-pt/node/273</a> [consult. 23-09-2025].</p>



<p>Sobral, C.; Matias, J. (2001) – <em>Património edificado de Santiago do Cacém. Breve inventário</em>, Santiago do Cacém.</p>
</div></div>
</div>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Castelo de Palmela</title>
		<link>https://redepatrimoniofids.amrs.pt/castelo-de-palmela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Castela]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 14:48:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Rota do Património Arquitetónico Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetónico Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Património]]></category>
		<category><![CDATA[Rota]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como estrutura de carácter militar, o castelo exerceu o seu papel de posto de vigia, de comunicação, de base de apoio em situações de guerra, de controlo do espaço que mediava entre Lisboa e o Sul, entre os rios Tejo e Sado.No período islâmico e na fase da ofensiva cristã nos sécs. XII e XIII, ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Como estrutura de carácter militar, o castelo exerceu o seu papel de posto de vigia, de comunicação, de base de apoio em situações de guerra, de controlo do espaço que mediava entre Lisboa e o Sul, entre os rios Tejo e Sado.<br>No período islâmico e na fase da ofensiva cristã nos sécs. XII e XIII, esta posição geoestratégica conciliava-se com outros sítios fortificados &#8211; Coina, Sesimbra e orla do Sado.<br>No interior da muralha, as ruínas da Igreja de Santa Maria do Castelo, recebem o visitante: primeira paroquial de Palmela, provavelmente do século XII (fundada por D. Afonso Henriques?), alvo de intervenções principalmente dos séculos XVI-XVII e muito danificada pelo terramoto de 1755.<br>As muralhas, a Torre de Menagem pentagonal &#8211; construção do séc. XIV, onde esteve encarcerado na cisterna sem água o bispo de Évora, D. Garcia de Meneses, por conspiração contra D. João II; aí morreu o bispo, de peçonha, em 1484 -, a praça de armas e os aquartelamentos são espaços a visitar.<br>Tal como se apresenta, o Castelo resulta de várias campanhas de obras &#8211; reparações, reconstruções, ampliações &#8211; até ao século XVIII. Os trabalhos arqueológicos têm vindo a identificar alguns troços de muralha da época islâmica e reconhecem-se outras fases construtivas que deverão datar do período pós reconquista e, posteriormente, do reinado de D. João I. O sistema abaluartado que envolve a 1ª linha de fortificação foi mandado construir por D. Pedro II.<br>Na Casa do Prior-Mor da Ordem ou do comandante militar da fortaleza &#8211; após a extinção das ordens (em 1834) -, nasceu a 4 de Fevereiro de 1841, o explorador de terras de África, Hermenegildo Carlos de Brito Capelo, filho do governador da fortaleza.<br>O Castelo de Palmela foi classificado como Monumento Nacional por Decreto &#8211; Lei de 16 de Junho de 1910.<br>&nbsp;</p></blockquote></figure>



<a href='https://redepatrimoniofids.amrs.pt/castelo-de-palmela/visitas_encenadas_castelo_site_1_2500_2500/'><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/visitas_encenadas_castelo_site_1_2500_2500-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="Castelo de Palmela" srcset="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/visitas_encenadas_castelo_site_1_2500_2500-150x150.jpg 150w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/visitas_encenadas_castelo_site_1_2500_2500-600x600.jpg 600w, https://redepatrimoniofids.amrs.pt/wp-content/uploads/2025/11/visitas_encenadas_castelo_site_1_2500_2500-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
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<h3 class="wp-block-heading">Tipo de sítio</h3>



<p>Castelo</p>



<h3 class="wp-block-heading">Horário</h3>



<p>Acesso permanente, exceto em caso de realização de atividades sujeitas a bilheteira.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ingresso</h3>



<p>Gratuito.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Acessibilidade</h3>



<p>Restrições a pessoas com mobilidade condicionada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Contactos</h3>



<p><strong>Tel.: </strong>(+351) 212&nbsp;336&nbsp;640<br><strong>E-mail:</strong> patrimonio.cultural@cm-palmela.pt<br><strong>Site:</strong> <a href="https://www.cm-palmela.pt/viver/museu-e-patrimonio/patrimonio-cultural/patrimonio-historico-escultorico-e-edificado/palmela/galeria">https://www.cm-palmela.pt/viver/museu-e-patrimonio/patrimonio-cultural/patrimonio-historico-escultorico-e-edificado/palmela/galeria</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Localização</h3>



<p>Município de Palmela | Av. dos Cavaleiros de Santiago e Espada, 2950-317 Palmela<br><strong>Georreferenciação:</strong> 38.565899537159005, -8.900786045889022</p>



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<div class="accordion-item"><div class="accordion-title"><span class="accordion-icon"></span><span class="title">Bibliografia</span></div><div class="accordion-content">
<p>GUIA – <em>Castelo de Palmela</em>, Palmela: Câmara Municipal/Museu Municipal/ Serviço Educativo.</p>



<p>Fernandes, I. (Coord) (2000) – Atas do <em>Simpósio Internacional sobre Castelos – Mil Anos de Fortificações na Península Ibérica e no Magreb.</em> Co-Edição: Edições Colibri &#8211; C.M. Palmela.</p>



<p>Barroca, M.; Pavão, L. (2002) – <em>Os Castelos da Ordem de Santiago</em>, Ed. Divisão de Património Cultural/ Gabinete de Estudos sobre a Ordem de Santiago.</p>



<p>Barroca, M.; Fernandes, I. (Coord.) (2005) – <em>Muçulmanos e Cristãos entre o Tejo e o Douro (sécs. VIII a XIII)</em>, Palmela: C.M. Palmela /Faculdade Letras Univ. Porto.</p>



<p>Fernandes, I. (2001) – A Península de Setúbal em época islâmica. <em>Arqueologia Medieval</em>. 7, p. 185-196.</p>



<p>Fernandes, I. (2004) – <em>O Castelo de Palmela: do islâmico ao cristão</em>. Lisboa: Colibri; Palmela: Câmara Municipal.</p>



<p>Fernandes, I. (2005) – Aspectos da litoralidade do Gharb Al-Andalus: os portos do baixo Tejo e do baixo Sado. <em>Arqueologia Medieval</em>. 9, p. 47-60.</p>



<p>Fernandes, I.; Santos, M. (Coord.) (2008) – <em>Palmela Arqueológica &#8211; Espaços, Vivências, Poderes &#8211; Roteiro da Exposição</em>, Palmela: Câmara Municipal/ Divisão de Património Cultural &#8211; Museu Municipal.</p>
</div></div>
</div>
<p>O conteúdo <a href="https://redepatrimoniofids.amrs.pt/castelo-de-palmela/">Castelo de Palmela</a> aparece primeiro em <a href="https://redepatrimoniofids.amrs.pt">Rede de Património Cultural da Região de Setúbal</a>.</p>
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