O castelo de Sines foi construído durante a primeira metade do século XV. Certamente, que a sua construção se deveu à necessidade de defesa da vila face a investidas corsárias.
O alcaide-mor Estêvão da Gama promoveu obras na fortaleza, embora sem proceder à sua modernização, preservando assim as características próprias de fortaleza gótica. Entre o final do século XVI e o início do século XVII, o engenheiro militar Alexandre Massai elaborou um projeto destinado a transformar o castelo tardo-medieval numa fortificação abaluartada e artilhada. Contudo, o projeto não chegou a ser concretizado. As intervenções realizadas ao longo do tempo limitaram-se essencialmente a obras de reparação. Ainda assim, foi concretizada a construção de uma praça baixa no exterior, concebida segundo a configuração abaluartada, reforçando o sistema defensivo da área portuária. O castelo de Sines é Monumento de Interesse Público desde 1933.
O castelo foi objeto de obras de restauro, completadas em novembro de 2008, em simultâneo com a inauguração do núcleo sede do Museu de Sines e Casa de Vasco da Gama.
Tipo de sítio
Castelo
Horário
Dias: Terça a domingo, incluindo feriados (exceto Natal, Ano Novo e Páscoa),
Períodos: 10h00-13h00 / 14h00-17h00 (no verão, o horário da tarde é 14h30-18h00)
Ingresso
Gratuito.
Acessibilidade
Acessível a pessoas com mobilidade condicionada.
O Paço dos Governadores Militares é dotado de um elevador.
Contactos
Tel.: (+351) 269 860 095
E-mail: museu@mun-sines.pt
Site: https://www.sines.pt/pages/701
Localização
Município de Sines | Largo Poeta Bocage 7520 Sines
Georreferenciação: 37.95536849037867, -8.866801537758754
Quaresma, A. (1998) – Sines no trânsito da Época Medieval para a Moderna. In Da Ocidental Praia Lusitana. Vasco da Gama e o seu termo. Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses, p. 47-65.
Tavares da Silva, C.; Soares, J. (1998) – Para uma arqueologia do castelo de Sines. In Da Ocidental Praia Lusitana. Vasco da Gama e o seu termo. Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses, p. 21-45.
